Feliz Natal para a Mulherada!
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Aeeee… As mulheres também merecem ver umas imagens de Natal
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Aeeee… As mulheres também merecem ver umas imagens de Natal
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Estava aqui pensando…
Todos temos, algum tipo de fetiche.
Desse pensar, refletir e esmiuçar, cheguei a uma questão…
Papai Noel é fetichista?

Ele é um Dom seríssimo, expert em D/s, e com capacidade de Domínio psicológico afinado.
Sexo pra ELE não faz parte das sessões (dai não pode ser acusado de estar a procura de sexo rsrsrs)
Até porque, com aquele monte de roupa (Fantasia) seria bem dificil se despir.
O vermelho dela deve ser pra ser reconhecido, assim as subs já sabem logo que ele esta chegando.
Autor: VANDERDECKEN
Pediste-Me que estabelecesse expressamente e por escrito as condições da tua Escravidão. Eis o que decidi:
1. Em princípio a tua Escravidão já é perfeita e não há nada a alterar n’Ela. Mesmo ao direito de deixar de ser escrava, que era o único que tinhas, quiseste renunciar. Cabe-te agora Amar, Servir, Obedecer e Sofrer enquanto tu e Eu formos vivos.
2. Na prática, contudo, ainda há muito que aperfeiçoar. Porque não te empenhas o suficiente; porque Me deixas em exclusivo o cuidado de te fazer escrava e não partilhas esse esforço, ainda há muitos dias em que não és mais escrava do que no anterior. Faltas assim ao teu dever e ao teu compromisso para coMigo.
3. Por vezes és insolente. Por vezes chegas a ser exigente. O teu corpo nem sempre obedece ao teu espírito. O teu Senhor compreende isto e não to leva a mal, mas precisamente porque compreendo é que exigirei de ti cada vez mais.
4. És escrava no teu espírito, que consente; és escrava no teu coração, que ama; és escrava no teu corpo, quando goza; mas ainda não aprendeste a ser cabalmente escrava no teu corpo, quando sofre.
5. Sei que não és masoquista e que a dor física não te dá prazer. Prefiro que assim seja: quando te provoco dor é para te castigar e não para te recompensar; ou então é para Meu prazer e não para o teu.
6. Quando aceitas com submissão a dor que te provoco, sei que estás a sofrer por Mim, e não para teu próprio gozo. É uma dádiva que Me fazes, e Eu tenho perfeita consciência de quão grande ela é.
Mini-Dv, 29:30, realização independente 2006.
Uma investigação sobre práticas do sexo extremo BDSM no Rio de Janeiro, a partir de 12 participantes ativos desta modalidade. Tops e bottoms falam de amor, vida, religião e coisas comuns à vida de qualquer pessoa do mundo baunilha.
It is an investigation about BDSM world of extreme sex in Rio de Janeiro, Brazil. Twelve characters talking directly to the camera. Tops and Bottoms talking about love, life, beliefs and common things to the vanilla world.
Une recherche sur des pratiques du sexe je distingue BDSM à Rio de Janeiro, à partir de 12 participants actifs de cette modalité. Tops et bottoms fassent faillite d’amour, de vie, de religion et de choses communs à la vie de quelconque personne du monde vanille
O universo gay é bastante segmentado. SM, ursos, musculosos, modernos, negros… Muitas vezes, esses segmentos acabam por se tornar fetiches – já que fogem do padrão dominante.
Fora desse universo, no entanto, gays negros são vítimas de dupla discriminação: a da cor da pele e a da orientação sexual.
É esse o caso do estudante de comunicação Jardel Nascimento. Negro, alto e um pouco acima do peso, ele diz que encontra dificuldades para encontrar parceiros nas salas de bate-papo. “Isso porque sou passivo. Se entro com o nick ‘negro’, chove bee perguntando se tenho o pau grande. Quando respondo que não gosto de comer, caem fora”.
Esse depoimento comprova que os estereótipos relacionados ao negro são também fortes na cultura gay. O negro forte e reprodutor da época da escravidão é símbolo de virilidade e potência. Como Jardel gosta de ser passivo, está fora do mito, e, portanto, é visto como corpo de segunda categoria.
Uma maneira de ver a ação de chicotear é encará-la como se fosse uma forma diferente de tocar alguém.
Pessoas que acabam de chegar ao SM freqüentemente brincam com o “spanking”; é gostoso apanhar! É uma punição, um forte estímulo, que machuca de maneira muito prazerosa.
Mas se você já bateu em alguém alguma vez por algum tempo, sabe que suas mãos começam a doer rapidamente!
Bem, é para isso que servem os chicotes - para permitir que você bata em alguém por um tempo maior, sem se cansar.
Há uma grande variedade de chicotes (sete caudas, açoites pesados, “canes” (varas), chibatas de tiras trançadas, chicotes de camurça, e muitos outros) e todos eles causam sensações diferentes e todos têm seu próprio efeito.
Um dominador amante dos chicotes geralmente carrega com ele um arsenal de açoites variados, mas todos eles são como extensão do toque do “top”.
Um dos assuntos mais discutidos no meio BDSM é a figura do
“falso Dominador”.
Com a facilidade da internet essa figura aparece como papel trazido pelo vento e faz suas “vitimas” entre as incautas submissas, não menos ignorantes no assunto que ele.
O falso Dominador não tem em si vocação para Dominar, não é sádico, nem compreende toda a responsabilidade do jogo de Dominação e submissão. Não gosta nem sente prazer no jogo por inteiro.
Está apenas interessado em sexo fácil e imagina ter numa submissa apenas para isso, alguém de quem possa abusar, satisfazendo sua lascívia sexual comum, que talvez tenha dificuldade para realizar com mulheres “baunilha” que muitas vezes exigem compromissos e se mostram mais limitadas sexualmente.
Depois ele, como bom cafajeste e não fazendo idéia do que seja submissão, Dominação, Sadismo e masoquismo, passa a desprezar ou se desfaz da incauta como quem joga fora a embalagem do bombom que acabara de comer. Não têm nenhum compromisso com ética ou seriedade, querem apenas sexo e com urgência. Isto é diferente de não aprovar a submissa após algumas sessões de avaliação ou treinamento, pois os objetivos são diferentes dos objetivos do falso Dominador.