AMOR & BDSM

BDSM, Educacional, Narração MasculinaDomme Keka12 novembro 2011
amor-bdsm

O título está bem exposto? Seria amor e BDSM ou BDSM e amor? Pode parecer a mesma coisa, mas não é!
No assunto em pauta, a “ordem dos fatores ALTERA o produto”. Ou seja, se o amor vem antes do BDSM, então tal relacionamento – perdoem-me os que discordam – pode estar malfadado ao fracasso.

Marques de Sade frase

Explico:

Nos relacionamentos baunilha, geralmente o amor vem antes do sexo. Como? Primeiro se conhece a cara metade, trava-se a amizade e o entendimento, namora-se, conquista-se, sai-se de mãos dadas, janta-se fora, vai-se ao cinema, manda-se rosas e bombons, troca-se juras de amor, promete-se casamento (com os dedos cruzados né? *RR*), conhece-se a família do outro, etc… (não necessariamente nesta ordem e – felizmente – não necessariamente TODOS estes atos elencados *RR*), enfim, pratica-se uma série de procedimentos e atitudes que se intitulariam “conquista ou sedução” que se iniciariam desde a paquera e a troca de telefones até o surgimento do “Amor”…
Amor? Que amor? Ora, o amor consequente dos comportamentos acima e para os quais o mesmo foi direcionado.
O velho, famoso e meloso amor baunilha que bem conhecemos e que estampam desde belos poemas e contos até folhetins e fotonovelas “brega”.
Seja em maior ou menor intensidade, sincero ou ilusório, pretenso ou gratuito.

Assim, como conseqüência e evolução deste amor, surgiria o sexo entre o casal, seja mediante a tática caricato-cafageste do “cobrar uma prova de amor”, seja pela assunção daquele famoso pensamento feminino do “amo ele, então posso me entregar, porque não vou transar, vou fazer amor”.

Ironias e sarcasmos a parte, pode parecer que esta minha narrativa remonta-se a um relacionamento amoroso do século passado, mas – admitamos – até hj as coisas se processam desta forma, seja em maior ou menor intensidade, pois até hoje, são poucas as mulheres que conseguem o que a maioria dos homens consegue: Fazer sexo sem nenhum sentimento maior.

E por favor. Quando falo em amor como prerrogativa no sexo baunilha, não precisamos exagerar e chegar naquele sentimento insano que mal cabe dentro de nós.
Podemos apenas nos referir a uma atração maior, um sentimento, uma admiração, uma paixão…

acorrentar a alma

Mas onde quero chegar? Suponhamos que exatamente por este amor – surgido de relacionamento, procedimentos e causas baunilha – um dos membros do casal acaba por aceitar ter uma relação BDSM.
Não por seu interesse nesta prática e nem mesmo por uma mera curiosidade em descobrir se tem “dom” para o D/s ou S&M. Mas sim E APENAS para agradar seu parceiro. Este sim amante da pratica BDSM. Desta forma, a relação BDSM entre os dois teria nascido do amor baunilha e teve em si a causa (ou desculpa) para sua prática…

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Sadomasoquismo faz bem para o relacionamento

BDSM, EducacionalDomme Keka11 outubro 2011
sadomasoquismo-faz-bem-para-o-relacionamento

Casal Sadomasoquista

Um tapinha pode até doer, mas, no fim das contas, faz bem. É o que apontam dois estudos, de universidades dos EUA, que acompanharam 58 casais a festinhas de S&M e mediram as reações hormonais de cada um às brincadeiras que rolavam por lá.
Os pesquisadores observaram que, no geral, os níveis de cortisol (hormônio relacionado ao estresse) de quem estava sendo dominado iam lá em cima no início das atividades, mas caíam conforme os estímulos progrediam – e, aparentemente, batia o prazer.
E, questionados depois de tudo, os casais que avaliaram a experiência S&M como positiva disseram que saíram da festinha pesada sentindo-se mais próximos do que antes. Óun.

Choque: mesmo entre os casais que não curtiram o que tinha rolado, parte deles avaliou que, mesmo assim, foram embora mais unidos.

E aí, vai experimentar?

Fonte: Super Interessante

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As condições da tua Escravidão

BDSM, BDSMDomme Keka29 junho 2008
as-condicoes-da-tua-escravidao

Autor: VANDERDECKEN

Pediste-Me que estabelecesse expressamente e por escrito as condições da tua Escravidão. Eis o que decidi:

1. Em princípio a tua Escravidão já é perfeita e não há nada a alterar n’Ela. Mesmo ao direito de deixar de ser escrava, que era o único que tinhas, quiseste renunciar. Cabe-te agora Amar, Servir, Obedecer e Sofrer enquanto tu e Eu formos vivos.

2. Na prática, contudo, ainda há muito que aperfeiçoar. Porque não te empenhas o suficiente; porque Me deixas em exclusivo o cuidado de te fazer escrava e não partilhas esse esforço, ainda há muitos dias em que não és mais escrava do que no anterior. Faltas assim ao teu dever e ao teu compromisso para coMigo.

3. Por vezes és insolente. Por vezes chegas a ser exigente. O teu corpo nem sempre obedece ao teu espírito. O teu Senhor compreende isto e não to leva a mal, mas precisamente porque compreendo é que exigirei de ti cada vez mais.

4. És escrava no teu espírito, que consente; és escrava no teu coração, que ama; és escrava no teu corpo, quando goza; mas ainda não aprendeste a ser cabalmente escrava no teu corpo, quando sofre.

5. Sei que não és masoquista e que a dor física não te dá prazer. Prefiro que assim seja: quando te provoco dor é para te castigar e não para te recompensar; ou então é para Meu prazer e não para o teu.

6. Quando aceitas com submissão a dor que te provoco, sei que estás a sofrer por Mim, e não para teu próprio gozo. É uma dádiva que Me fazes, e Eu tenho perfeita consciência de quão grande ela é.

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ALGOLAGNIA – Documentário sobre BDSM

BDSM, EducacionalDomme Keka16 junho 2008
algolagnia-documentario-sobre-bdsm

Mini-Dv, 29:30, realização independente 2006.

Uma investigação sobre práticas do sexo extremo BDSM no Rio de Janeiro, a partir de 12 participantes ativos desta modalidade. Tops e bottoms falam de amor, vida, religião e coisas comuns à vida de qualquer pessoa do mundo baunilha.

It is an investigation about BDSM world of extreme sex in Rio de Janeiro, Brazil. Twelve characters talking directly to the camera. Tops and Bottoms talking about love, life, beliefs and common things to the vanilla world.

Une recherche sur des pratiques du sexe je distingue BDSM à Rio de Janeiro, à partir de 12 participants actifs de cette modalité. Tops et bottoms fassent faillite d’amour, de vie, de religion et de choses communs à la vie de quelconque personne du monde vanille

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Negro e gay: Do fetiche a discriminação – Polêmico

Educacional, Geral, Homens, TextosDomme Keka25 abril 2008
negro-e-gay-do-fetiche-a-discriminacao-polemico

O universo gay é bastante segmentado. SM, ursos, musculosos, modernos, negros… Muitas vezes, esses segmentos acabam por se tornar fetichesjá que fogem do padrão dominante.

Fora desse universo, no entanto, gays negros são vítimas de dupla discriminação: a da cor da pele e a da orientação sexual.

Homem negro e gay

É esse o caso do estudante de comunicação Jardel Nascimento. Negro, alto e um pouco acima do peso, ele diz que encontra dificuldades para encontrar parceiros nas salas de bate-papo. “Isso porque sou passivo. Se entro com o nick ‘negro’, chove bee perguntando se tenho o pau grande. Quando respondo que não gosto de comer, caem fora”.

Esse depoimento comprova que os estereótipos relacionados ao negro são também fortes na cultura gay. O negro forte e reprodutor da época da escravidão é símbolo de virilidade e potência. Como Jardel gosta de ser passivo, está fora do mito, e, portanto, é visto como corpo de segunda categoria.

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Por que chicotear é tão divertido? (whipping)

BDSM, Educacional, MétodosDomme Keka12 abril 2008
por-que-chicotear-e-tao-divertido-whipping

Chicotear 01

Uma maneira de ver a ação de chicotear é encará-la como se fosse uma forma diferente de tocar alguém.

Pessoas que acabam de chegar ao SM freqüentemente brincam com o “spanking”; é gostoso apanhar! É uma punição, um forte estímulo, que machuca de maneira muito prazerosa.

Mas se você já bateu em alguém alguma vez por algum tempo, sabe que suas mãos começam a doer rapidamente!

Bem, é para isso que servem os chicotes – para permitir que você bata em alguém por um tempo maior, sem se cansar.

Chicotear 02

Há uma grande variedade de chicotes (sete caudas, açoites pesados, “canes” (varas), chibatas de tiras trançadas, chicotes de camurça, e muitos outros) e todos eles causam sensações diferentes e todos têm seu próprio efeito.

Um dominador amante dos chicotes geralmente carrega com ele um arsenal de açoites variados, mas todos eles são como extensão do toque do “top”.

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