Gráfico de Sexo - Humor

Você sabia que os seres humanos fazem parte de um grupo muito especial de mamíferos porque, entre outras coisas, são os únicos que mantém relações sexuais durante a gestação?
Segundo os especialistas, esse comportamento faz toda a diferença, pois transforma o sexo não só num meio de reprodução e fonte de prazer, mas também em um ato de amor.
Porém, com um bebê entre os dois, muitos homens e mulheres se vêem cercados de dúvidas durante o período de gestação e no pós-parto.
Não só não faz mal, como não existe a possibilidade de machucá-lo. O bebê está bem protegido dentro do útero e o pênis, com a penetração, não consegue atingi-lo.
Se tudo corre bem, não há motivo nenhum para que o sexo seja evitado. Ao contrário. Ele deve até ser incentivado, pois é através do ato sexual que o casal pode exprimir afeto e cumplicidade.
Sempre fui um homem normal, com muito apetite sexual. Bem sucedido profissionalmente sou, já estabilizado financeiramente. Casei com uma mulher maravilhosa.
Eu tenho 27 e Andréia tem 28 anos. Sempre muito quente nunca negou fogo, sempre tesuda e pronta para o sexo. bem, mas os anos passam (seis para ser exato) e pesam.e foi por isso que me tornei especialista no assunto do título.mas vamos aos fatos…
No inicio de relação eu sempre satisfazia Andréia muito bem, mas com o passar do tempo ela começou a falar que nossas transas estavam repetitivas e que precisava de algo diferente.
Ela com seu sorriso de menina e corpaço de mulher debochava de mim dizendo:
- Amor, você não consegue mais dar conta de mim? Vamos ter que arrumar alguém pra fazer o serviço.
E hoje, com mais de cinco anos de casado ficou difícil de satisfazer a minha esposa, e ela começou a dizer que eu não a satisfazia mais e que ela já não conseguia chegar mais ao orgasmo fazia um tempo e que precisávamos arrumar uma solução para isso.
Assim como as mulheres de sua família, Andréia é exagerada: pra rir, pra transar; tem duas irmãs: Cláudia, 32, baladeira convicta e Patrícia, 36, casada. Ela por ser caçula sempre teve todos os mimos, e confidenciava com as irmãs sobre suas/minhas dificuldades, as quais freqüentemente eu escutava, Patrícia, mais experiente dizia que Andréia devia seguir seu exemplo: casada com Alfredo, dominava a relação corneando o pobre de todo jeito, aliás, só o chamava nas conversas de corno, meu corninho, que homem que não dá no couro tem mesmo é que ser touro, e por aí vai.
Mini-Dv, 29:30, realização independente 2006.
Uma investigação sobre práticas do sexo extremo BDSM no Rio de Janeiro, a partir de 12 participantes ativos desta modalidade. Tops e bottoms falam de amor, vida, religião e coisas comuns à vida de qualquer pessoa do mundo baunilha.
It is an investigation about BDSM world of extreme sex in Rio de Janeiro, Brazil. Twelve characters talking directly to the camera. Tops and Bottoms talking about love, life, beliefs and common things to the vanilla world.
Une recherche sur des pratiques du sexe je distingue BDSM à Rio de Janeiro, à partir de 12 participants actifs de cette modalité. Tops et bottoms fassent faillite d’amour, de vie, de religion et de choses communs à la vie de quelconque personne du monde vanille
Estava sentada a mesa de um bar tomando um capuccino. De repente uma menina de mais ou menos 18 anos entrou chorando…
A garota se dirigiu ao balcão, onde se encontrava sua amiga. Aqueles movimentos me interessaram e por curiosidade me movi na cadeira e passei a ouvir a conversa. Até o momento em que consegui entender, a tal garota estava chorando porque parecia ter uma doença grave. Interessei-me mais pelo assunto.
Quando ouço a amiga dizer em alto e bom som: “E VOCÊ NÃO USOU CAMISINHA, SUA LOUCA?”. Foi o que bastou para entender o restante.
A jovem de 18 anos havia ido a uma festa, essas que existem hoje, que começam às 22 horas e seguem até o amanhecer. No meio de tantas drogas e bebidas a menina não possuía mais controle sobre si mesma e acabou se envolvendo com um cara.
O que era pra ser só um beijo, não foi, claro, os hormônios estão pulando nesta idade. E a relação sexual aconteceu. Sem prevenção, sem o menor cuidado, sem juízo e sem responsabilidade.
E adivinhe só o que a “pobre” garota adquiriu? Isso mesmo, o vírus do HIV.
Agora pense comigo. Vale a pena por um dia de festa, descontração e diversão. Um dia “curtindo a vida” como dizem os jovens totalmente irresponsáveis, contrair algo tão grave? Algo que não tem cura, algo que MATA? Não, não vale.
A AIDS é uma doença perigosa e quem a possui não anda com um crachá avisando aos demais. Tenha cuidado e se preserve SEMPRE, um descuido pode ser fatal.