A única casa fetichista da AMÉRICA LATINA onde as mulheres mandam e os homens obedecem, 100% supremacia feminina, a danceteria mais louca do planeta.
Com sede em São Paulo recém inaugurada e com filiais nos Estados Unidos e Rio de janeiro.
Freqüentada por uma galera jovem e bonita, o Valhala é referencia mundial em festas fetichistas.
Reportagem sobre o Valhala na RedeTV:
Sob o comando da Rainha Naja proprietária do Valhala, conhecida mundialmente pelo excelente trabalho que desenvolve no sado e produção do conceituado produtor americano Peter Fire.
Em nossas famosas baladas recebemos a galera de várias partes do mundo. Dominatrix, patys, góticas, artistas e modelos num ambiente temático alternativo de alto nível, com todo o conforto, segurança e super decoração sado fetichista.
Vejamos o que a Wikipédia diz, formalmente a respeito:
Trampling é um fetiche que consiste no ato de um indivíduo ser pisado por uma ou mais pessoas, normalmente do sexo oposto, sendo mais comum uma mulher pisando num homem.
O adepto desta parafilia sente-se excitado ao ser pisado por outra pessoa, descalça ou não, em várias partes do seu corpo, como peito, barriga e até mesmo cabeça e órgãos genitais. É muito comum o uso de salto-alto para a realização deste fetiche.
O Trampling é muitas vezes associado ao sadomasoquismo e à podolatria.
Pode não parecer, mas como existem os falsos Dominadores, existem também os falsos submissos e submissas. Os motivos que levam as pessoas a este embuste são diversos e para tratar da falsa submissão vou dividir o assunto em duas partes.
A primeira parte; a falsa submissão feminina e a segunda; a falsa submissão masculina.
PRIMEIRA PARTE: falsa submissão feminina
O que torna uma submissa uma falsa submissa, como é de se imaginar, são os objetivos da sua submissão. Desde que não seja o sincero prazer erótico obtido através do ato de servir ao Dominador que ela escolher e aceitar, ela é uma falsa submissa.
Ela pode aceitar se submeter porque apaixonou-se ou ama um Dominador ou Sádico, mas não sente nenhum prazer na prática e sinceramente desejaria que Ele fosse diferente. Nesse caso a sua carência afetiva a faz submissa e não o prazer erótico, ou melhor dizendo, sua carência a faz uma falsa submissa.
Outras vezes por frustrações nos seus relacionamentos convencionais, onde os homens aparentemente são muito mais exigentes quanto a beleza física, atributo do qual ela não é lá muito bem dotada, e a concorrência é grande, ela resolve conhecer novos universos, mas mais uma vez por pura carência afetiva. Nesse caso ela acaba por conhecer um Dominador e aceita submeter-se às práticas BDSM em troca de um pouco de afeto e atenção, mas isso não a faz uma autêntica submissa, cujo o prazer está no servir e não na pessoa em si, ou no preenchimento de uma lacuna afetiva aberta na alma.