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Postagens que tem a tag ‘heterossexual’

Anilingus - Curiosidades

Anilingus significa literalmente o intercurso da língua de alguém no ânus de outra pessoa (ou mesmo de si próprio, embora uma pessoa capaz de fazer isso seja com certeza dotada de invulgar elasticidade).

Wiki-anilingus

Na prática, o Anilingus (também conhecido por Botão de Rosa, Beijo Negro, Beijo Grego, Cunete, Beijo Natalistico, Beijo Bauruense, Beijo Allanistico, Tulipa Roxa, Laminha e Rimming) consiste em lamber e beijar o ânus, pela fruição em si-mesma ou como preliminar para o sexo anal, pois o toque ágil, doce mas semi-áspero da língua relaxa o esfíncter e propicia uma melhor abertura do ânus. Este é provido de inúmeras terminações nervosas constituindo uma zona erógena particularmente sensível a qualquer estimulação.

Por ser uma técnica muito relaxante, muita gente a utiliza antes do sexo anal de forma a dilatar o anus, ou como forma de massagear intensa e agradavelmente, pela proximidade, a raiz do pênis, estimulando o seu fluxo sanguíneo e consequentemente a ereção.

Uma vez que o Anilingus é uma prática sexual sem preservativo, é crescente a sua popularidade nas relações, quer hétero quer homossexuais. Embora o Anilingus, comparado com o sexo vaginal, oral e anal, envolva menos riscos de contágio da AIDS e outras doenças sexualmente transmissíveis por vírus (principalmente da hepatite e herpes), contudo existe a possibilidade de transmissão de parasitas intestinais e bactérias, pelo que uma higiene anal prévia é indispensável.

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Pode me chamar de GAY

Pode me chamar de gay, não está me ofendendo.
Pode me chamar de gay, é um elogio.
Pode me chamar de gay, apesar de ser heterossexual, não me importo de ser confundido. Ser gay me favorece, me amplia, me liberta dos condicionamentos. Não é um julgamento, é uma referência.
Pode me chamar de gay, não me sinto desaforado, não me sinto incomodado, não me sinto diminuído, não me sinto constrangido.

Pode me chamar de gay, está dizendo que sou inteligente. Está dizendo que converso com ênfase. Está dizendo que sou sensível.
Pode me chamar de gay. Está dizendo que me preocupo com os detalhes. Está dizendo que dou água para as samambaias. Está dizendo que me preocupo com a vaidade. Está dizendo que me preocupo com a verdade.
Pode me chamar de gay. Está dizendo que guardo segredo. Está dizendo que me importo com as palavras que não foram ditas. Está dizendo que tenho senso de humor. Está dizendo que sou carente pelo futuro. Está dizendo que sei escolher as roupas…

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Travesti no Carnaval pode??

A prática de Crossdressing, na mídia e na sociedade às vésperas de mais um Carnaval.
Travestis inrustidos
É muito comum ver fotos e vídeos gravados em celulares, de meninas heterossexuais na ‘balada’, trocando beijos diante dos espelhos dos banheiros, enquanto que um comportamento semelhante de casais masculinos trata-se de uma ofensa aos olhos heterossexuais.
mulheres se beijando
E o que poderia ser aparentemente uma maior relatividade no que concerne a liberdade sexual, não passa, na verdade, de um mascaramento moral com relação à aceitação de bom grado da homossexualidade, visto que enquanto muitas vezes mulheres são vistas como fetiche, homens o são pela perversão.
homens se beijando
Esta reflexão se deve justamente à contradição do comportamento sobre o corpo e sua expressão sexual, principalmente heterossexual, dado que as maiores vítimas de preconceito são, diferentemente de Krembégi, os transexuais e transgêneros, não só pela homossexualidade em si, mas sim pelo fato de serem subvertidas as regras de comportamento imposta aos sexos, sabendo-se que o gênero trata-se necessariamente do papel social exercido por uma determinada pessoa com relação à sua condição biológica (sexo).

Fonte: Canal SAP