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Postagens que tem a tag ‘funk’

33 tipos de mulher que o corno tem ou quer ter

No universo de relacionamentos de diferentes tipos dentro do estilo de vida Cuckold, ou Corno manso, ou Marido Liberal, ou Namorado Consentidor, ou Relacionamento Aberto (como preferirem chamar…), muitos estilos de comportamento feminino podem ser identificados.
Abaixo, listei alguns que são típicos (não que sejam os únicos, muitos são até misturados), e caso algum feche com o seu ideal, comente, participe!

1. TÍMIDA INDECISA:

Ela não tem certeza se quer. Na verdade, até sabe que quer, mas não sabe se as consequências não serão ruins para o relacionamento, ou para a imagem dela. Muitas esposas e namoradas liberais são assim no começo. E ela só vai se soltar e confiar, na medida em qe você, Corno, se fizer confiável e seguro de que vai amá-la e respeitá-la mesmo depois que estiver nos braços de outro!
Ela pode ter elementos da educação e da cultura familiar travando suas fantasias, então, respeite os limites dela, mas mantenha o “convite” aberto para soltar-se quando quiser. Estimule, mas não force a barra. Ela vai se soltar no tempo dela. E se não se soltar, é por que não faria bem pra ela. Então, jamais force a barra.

2. FANTASIOSA / COSPLAY

Ela adora a fantasia de incorporar personagens. Se você for esperto, vai saber conduzir as fantasias dela para as suas. Entrar no jogo pode ser uma boa forma de fazer com que a realidade seja deliciosamente engolida pela fantasia.

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MC Bola - Ela é Top part. Jogador Robinho

Postando a pedidos… #Não sou chegada em funk

Deixa ela passar, não olha nem mexe…

Rá ela é terrível!

Ela não anda, ela desfila
Ela é top, capa de revista
É a mais mais, ela arrasa no look
Tira foto no espelho pra postar no Facebook

Onde ela chega rouba a cena deixa os moleque babando
Na boca do bico arruma buchicho e as invejosas xingando
Baladeira de oficio não gosta de compromisso
Encanta com seu jeitinho ela não é de ninguém
mas é chegada num lancinho

Quando chega no baile ela é atração
Fica descontrolada ao som tamborzão
De vestido coladinho ela desce até o chão

Deixa ela passar, deixa ela passar

Conhecendo a Rainha Val, Mestra da Ordenha
  • Parte I – O poder de um bumbum

Desde os 19 anos eu curtia fetiches relacionados com o mundo BDSM, mas sem saber o que era “BDSM” e do que se tratava uma relação “D/S”. Experimentei fetiches como inversão, amarras (bondage), facesitting, algumas adorações, etc, mas nada demais. Ainda na época do ICQ (programa de bate papo famoso que precedeu o MSN Messenger) conheci uma Rainha, e ela me explicou o que era BDSM, e o que fazia, porém tive pouca oportunidade de conversar, nos conhecemos pessoalmente mas não cheguei a servi-la.

domme virtual

Poucos anos depois, conheci pelo bate papo mIRC (um programinha famoso de bate papo coletivo do começo dos anos 2000 que perdurou até meados da primeira década dos anos 2000) uma mulher fantástica, se chamava Valéria, mas para alguns era “Rainha Val”, dominadora carioca, estava morando no sul do Rio Grande do Sul, há poucos meses. A Rainha Val me explicou o que fazia, e eu revelei que tinha uma imensa curiosidade em ser escravo. Ela me explicou que não era para qualquer um, que muitos não conseguiam ser e entendiam errado, como uma mera “fantasia” entre casais, mas que uma relação de Domme/escravo era muito mais que isso, significava privação de coisas, e muitas vezes, privação do prazer do próprio escravo. O único prazer permitido era o da Rainha.

Nos encontramos pessoalmente algumas vezes, jantamos juntos, bebemos umas cervejinhas… Ela tinha 29 anos e era linda de corpo, morena bronzeada, quando era mais nova, me disse que foi dançarina de um “bonde” de funk no Rio de Janeiro. Tinha pernas e bumbum malhado. Não era muito bonita de rosto, mas era tipo uma “mulher melancia“. Tinha coxas grossas, bumbum grande, arrebitado. E tinha um olhar de dominadora!

Olhar de dominadora

Na nossa primeira “sessão” ela me levou para seu apartamento, jantamos uma comida leve, peito de frango assado, uma salada verde e um pouco de arroz, e bebi um pouco de vinho tinto seco. Ela perguntou se era mesmo o que eu queria, e eu confirmei. Ela então disse que eu deveria passar por um teste primeiro. Pediu para eu tomar banho, e quando voltei ela estava com umas cordas na mão e uns “anéis de couro”. Me amarrou numa poltrona, comigo nu, e colocou um daqueles anéis de couro em volta do meu pênis e outro nos testículos, para “dar uma pressão” e deixar latejando…

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Gibi - Despedida de Solteira

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