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Postagens que tem a tag ‘esperma’

Conhecendo a Rainha Val, Mestra da Ordenha
  • Parte I – O poder de um bumbum

Desde os 19 anos eu curtia fetiches relacionados com o mundo BDSM, mas sem saber o que era “BDSM” e do que se tratava uma relação “D/S”. Experimentei fetiches como inversão, amarras (bondage), facesitting, algumas adorações, etc, mas nada demais. Ainda na época do ICQ (programa de bate papo famoso que precedeu o MSN Messenger) conheci uma Rainha, e ela me explicou o que era BDSM, e o que fazia, porém tive pouca oportunidade de conversar, nos conhecemos pessoalmente mas não cheguei a servi-la.

domme virtual

Poucos anos depois, conheci pelo bate papo mIRC (um programinha famoso de bate papo coletivo do começo dos anos 2000 que perdurou até meados da primeira década dos anos 2000) uma mulher fantástica, se chamava Valéria, mas para alguns era “Rainha Val”, dominadora carioca, estava morando no sul do Rio Grande do Sul, há poucos meses. A Rainha Val me explicou o que fazia, e eu revelei que tinha uma imensa curiosidade em ser escravo. Ela me explicou que não era para qualquer um, que muitos não conseguiam ser e entendiam errado, como uma mera “fantasia” entre casais, mas que uma relação de Domme/escravo era muito mais que isso, significava privação de coisas, e muitas vezes, privação do prazer do próprio escravo. O único prazer permitido era o da Rainha.

Nos encontramos pessoalmente algumas vezes, jantamos juntos, bebemos umas cervejinhas… Ela tinha 29 anos e era linda de corpo, morena bronzeada, quando era mais nova, me disse que foi dançarina de um “bonde” de funk no Rio de Janeiro. Tinha pernas e bumbum malhado. Não era muito bonita de rosto, mas era tipo uma “mulher melancia“. Tinha coxas grossas, bumbum grande, arrebitado. E tinha um olhar de dominadora!

Olhar de dominadora

Na nossa primeira “sessão” ela me levou para seu apartamento, jantamos uma comida leve, peito de frango assado, uma salada verde e um pouco de arroz, e bebi um pouco de vinho tinto seco. Ela perguntou se era mesmo o que eu queria, e eu confirmei. Ela então disse que eu deveria passar por um teste primeiro. Pediu para eu tomar banho, e quando voltei ela estava com umas cordas na mão e uns “anéis de couro”. Me amarrou numa poltrona, comigo nu, e colocou um daqueles anéis de couro em volta do meu pênis e outro nos testículos, para “dar uma pressão” e deixar latejando…

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Mudando o comportamento de maridos e escravos

Nós mulheres desejamos mais carinho, mas os homens querem logo chegar aos finalmentes. Leia-se penetração! O homem só pensa em gozar.

Nós mulheres precisamos de atenção e tempo, mas os homens querem levantar o pênis, gozar e partir o quanto antes. O homem é egoísta. Todo homem se preocupa em demasia com a ereção e se esquece que o que importa é a companheira. Depois de gozar, a paixão masculina se esvai na ejaculação e a mulher fica repleta de sêmen e rejeição. O homem tem muito nojo do próprio sêmen e o rejeita assim que esse deixa seu corpo. Após gozar a mulher e o sêmen são rejeitados.

Após o gozo a mulher se sente fogosa e bem disposta. O romance e paixão quimicamente vão dando lugar ao desprezo e frieza. Observe que gozar e ejacular são coisas muito diferentes, mas não para a maioria dos homens que não notam a diferença.

E a mulher? A mulher fica chateada por que se sente usada pelo homem e tem razão. O homem usa a mulher para se aliviar sexualmente! O organismo masculino é bombardeado implacavelmente pela testosterona produzida nos testículos e quanto mais tempo fica sem ejacular, maior será a sua concentração no sangue, produzindo ganho de potência, disposição, agressividade e libido.

Um homem pode até enlouquecer de tesão se for tolhido do próprio sexo permanentemente. A falta de sexo no homem é implacável e provoca grande aflição e sofrimento físico. Todas essas diferenças são o principal ponto de divergência entre muitos casais que não conseguem visualizar um ponto de equilíbrio entre sexo, prazer, fisiologia e romance.

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