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Postagens que tem a tag ‘conto erotico’

Revanche - Quem disse que toda história de vingança deve ter final previsível?

Uma cadeira de metal, de exame ginecológico. Minha respiração dificultada, meus sentidos ainda zonzos. Estamos em uma sala bem grande, tão cheia de coisas. Iluminada por algumas velas aqui e ali, e pelo ocasional brilho de um relâmpago na tormenta lá fora. Minhas mãos presas atrás da cadeira em apertados grilhões de ferro fixados ao móvel. Da mesma forma, correntes encadeadas mantêm minhas pernas presas nos cavaletes elevados da cadeira pelos tornozelos, e correias plásticas transparentes prendendo minhas coxas no desconfortável e frio móvel praticamente me tolhem todos os movimentos. Para completar, mais dessas faixas prendem o meu tronco, saindo próximo aos ombros e se cruzando pelos meus seios e barriga.

Mesa de exame Ginecologico

E claro, minha cabeça envolvida por um capuz de couro negro, que a cobre toda, exceto pelos olhos e pelo nariz. Acho que ela quer ver bem meus olhos. Já estão lacrimosos, mais de temor que de dor. Esse capuz têm uma peça de borracha que invade minha boca e camufla ainda mais meu gemidos, gritos não crescidos, e uma argola que o prende ao encosto da cadeira, impedindo que mexa demais a minha cabeça. E meus lábios vaginais, presos por um tipo de alicate, seguro pelas mãos, vestidas de luvas cirúrgicas brancas, de alguém.

– Estamos quase lá, querida. Ou melhor, vadia. As vezes até eu esqueço, vendo você tão bela. Ah, vai doer.

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Incesto Insano

 Conteúdo enviado é postado! ;)

Isso ocorreu quando eu tinha 18 anos, foi uma experiência sexual muito insana, que marcou minha vida e a da minha irmã!

Assim… Quando meus pais se divorciaram eu fui morar com o pai e ela com a mãe, na época tínhamos apenas 6 e 4 anos de idade, só nos vimos novamente 3 anos depois, numa festa de Ano Novo, mas mesmo assim ficamos muito tempo sem nos rever, pois o pai teve de mudar de estado por causa de um trabalho e obviamente tive de ir junto, passou tanto tempo que eu ate esqueci que tinha uma irmã e quase, que tinha uma mãe, pois me lembrava dela somente em eventos escolares sobre o Dia das Mães.

Durante uma semana de junho, o pai chega mais cedo e diz que teremos visita e que ficaria uns três messes, não me interessou muito, pois ele ja havia chamado várias pessoas naquele mês para ficar no quarto de hospedes, mas ele entrou em uma espécie de reforma, por algum motivo.

– Você não quer realmente saber? – pergunta ele

– Não me importa, vou dar uma corrida. – e sai de casa

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Minhas bizarrices

Morava ainda na casa dos meus pais, quando chegou do interior, para morar conosco, uma sobrinha da mulher de meu pai, que nesta época já era casado pela segunda vez, a menina tinha 19 anos e era mais velha que eu e meu irmão, que tínhamos eu 17 e meu irmão 16, a menina vinha de uma fazenda onde morava com a mãe viúva e pretendia vir para a cidade grande estudar. Ela era morena com cerca de 1,60 de altura olhos verdes pernas torneadas e um bumbum arrebitado, mas sem ser grande e era bem bonita, era um filezinho, mas como meio parente eu nem liguei muito para ela.

Vou aqui chamá-la de Bia, ela por sua vez era bem “levadinha”, deixava agente sempre ver suas calcinhas e eu me meu irmão éramos meios bobos ficavamos até acanhados, mas ela foi insistindo até que um dia eu comecei a bolina-la e a coisa acabou em sexo anal, ela era virgem, mas pelo que notei já era bem rodada na bundinha, dia depois me contou que desde menina já dava o cu pros meninos lá na roça onde morava, aquilo para mim foi um presente que caiu do céu, ela sempre falava para chamar meu irmão também para transar, mas eu tinha medo e sempre relutava, até que um dia ao chegar em casa me deparei com ele enrabando a danada, passado o choque foi só trepação e como meus pais saiam sempre de casa, viajavam muito ficávamos nós três nas surubas, até quando estava menstruada ela queria trepar era uma verdadeira máquina de meter.

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A mulher do meu colega de faculdade - parte I

Em Julho passado um colega meu da faculdade, ligou-me a dizer que vinha ao Continente (é açoriano). Como não podia deixar de ser convidei-o para ficar me minha casa. Inicialmente recusou alegando que vinha com a mulher, mas após muita insistência lá aceitou. Fui buscá-los ao aeroporto e depois fomos jantar ao guincho, onde comemos e bebemos uns copos. Não conhecia a mulher dele mas rapidamente se integrou nas conversas e brincadeiras. Era a sua segunda mulher, e era uns dez anos mais nova que ele. Ele era da minha idade e ela deveria ter uns 30 anos, pequena, não teria mais que 1,58, magrinha, um peito pequeno, mas que nela ficava muito bem, cintura delgada e ancas largas, mas tudo proporcional. Não era uma beleza, mas era engraçada.

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Conto erótico: Self Bondage, do autôr Jumping Jack Flash

Ela desligou a televisão, apagou a luz da sala e foi para o quarto. Abriu a porta do armário, afastou as roupas e pegou as cordas, jogando-as sobre a cama. Acendeu as velas, apertou o play do aparelho de som e foi retirando calmamente cada peça de roupa, enquanto os primeiros acordes de “Memory Motel” ecoavam no quarto.

Apesar da pouca luz, ela acompanhava cada movimento no grande espelho em frente à cama. Já totalmente nua, ajoelhou-se e tocou o próprio corpo, primeiro as pernas, as coxas, subindo as mãos pela barriga, os seios, e enquanto com uma das mãos tocava os mamilos, a outra subia pelo pescoço, rosto, até chegar na boca. Umedeceu um dedo na saliva, e com ele tocou de leve no clitóris.

Lembrou da primeira noite que estiveram juntos, de como ele lhe tocava… Ainda no hall de entrada, ele a prensara contra a parede, beijando sua boca, seu pescoço, com uma mão segurando as suas sobre a cabeça, junto à parede, e com a mão livre rasgando totalmente a frente da sua blusa, liberando os seios, para logo em seguida abocanhá-los. Lembrou de como lhe faltara força nas pernas quando ele levantou sua saia e afastou a calcinha, os dedos invadindo sua buceta.

Pegou uma das cordas sobre a cama, juntou as pontas e correu os dedos pela extensão, até chegar no centro da corda.

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Salvando o Casamento

Autor: Mt_Jdi

Domme de escravA

Tales e Maria estavam casados a pouco mais de 1 ano. Porém o casamento deles já parecia ter caído em rotina.

Durante os anos de namoro, eles experimentaram e praticaram muitas fantasias, um do outro. Sempre foram muito bem resolvidos em relação a sexo.

Com o passar do tempo, Tales foi ficando mais afastado de suas fantasias com Maria, talvez porque ela havia engordado um pouco, o trabalho de casa a deixava ocupada e cansada demais… Enfim, eles por algum tempo ficavam só no “papai-mamãe”.

Sempre que praticavam BDSM, Tales dominava Maria de várias maneiras, ela sempre gostava e gozava em sua posição de sub, algumas vezes, ele sugeriu que ela a dominasse, e para isso lhe dava vários tipos de presentes, como botas cano alto, roupas sexy e acessórios. Ela, das poucas vezes que praticou seu lado Dominatrix, pouco fez, e por varias vezes acabou cedendo e voltando a posição de submissa.

Tales ficava horas a fio na frente do PC de sua casa, as vezes lendo contos em inglês e as vezes apenas admirando fotos de BDSM. Certo dia, enquanto Maria trabalhava no PC, algo nela despertou e ela começou a procurar o motivo que Tales ficava ao PC por varias horas. Foi quando ela abriu algumas pastas e pode ver varias fotos, vídeos, clips e até alguns contatos de escravas e Dommes na região de onde vivem.

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