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Relato - minha esposa me obrigou a ser corno

Sempre fui um homem normal, com muito apetite sexual. Bem sucedido profissionalmente sou, já estabilizado financeiramente. Casei com uma mulher maravilhosa.

Eu tenho 27 e Andréia tem 28 anos. Sempre muito quente nunca negou fogo, sempre tesuda e pronta para o sexo. bem, mas os anos passam (seis para ser exato) e pesam.e foi por isso que me tornei especialista no assunto do título.mas vamos aos fatos…

No inicio de relação eu sempre satisfazia Andréia muito bem, mas com o passar do tempo ela começou a falar que nossas transas estavam repetitivas e que precisava de algo diferente.

Ela com seu sorriso de menina e corpaço de mulher debochava de mim dizendo:

– Amor, você não consegue mais dar conta de mim? Vamos ter que arrumar alguém pra fazer o serviço.

E hoje, com mais de cinco anos de casado ficou difícil de satisfazer a minha esposa, e ela começou a dizer que eu não a satisfazia mais e que ela já não conseguia chegar mais ao orgasmo fazia um tempo e que precisávamos arrumar uma solução para isso.

Assim como as mulheres de sua família, Andréia é exagerada: pra rir, pra transar; tem duas irmãs: Cláudia, 32, baladeira convicta e Patrícia, 36, casada. Ela por ser caçula sempre teve todos os mimos, e confidenciava com as irmãs sobre suas/minhas dificuldades, as quais freqüentemente eu escutava, Patrícia, mais experiente dizia que Andréia devia seguir seu exemplo: casada com Alfredo, dominava a relação corneando o pobre de todo jeito, aliás, só o chamava nas conversas de corno, meu corninho, que homem que não dá no couro tem mesmo é que ser touro, e por aí vai.

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MINHA PRIMEIRA EXPERIÊNCIA INESQUECÍVEL COM UM DOG !!!

Era uma tarde quente, duma sexta feira de verão… Tomei um banho, porque Julio, um amigo, viria me buscar, para curtirmos as delícias do fim de semana. Digo isso, porque aos fins de semana, não se tem hora pra nada. Hora pra acordar, hora pra sair e podemos descansar bastante, do trabalho, que muitas vezes se torna estressante.

Saí do banho e coloquei apenas, um vestido tipo bata, bem à vontade. Julio chegou antes da hora marcada. Pedi que entrasse, pois estava acabando de me arrumar… Coloquei umas roupas na mochila e tudo pronto, nos dirigimos a seu carro… Como fazia muito calor eu estava sem calcinha, abri minhas pernas e o vestido levantou, deixando a mostra, minha vagina lisa, com o clitóris avantajado, saliente… Saliente, porque conforme o vento batia nela, ondas de prazer, tomavam conta de mim… Julio vendo tudo aquilo, não resistiu e começou a acariciar minha coxa.

Abri um pouco mais minhas pernas e ele subiu sua mão direita, já com seus dedos, em direção a meu clitóris… Seu toque contínuo e suave fez-me estremecer…

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