Minhas bizarrices
Morava ainda na casa dos meus pais, quando chegou do interior, para morar conosco, uma sobrinha da mulher de meu pai, que nesta época já era casado pela segunda vez, a menina tinha 19 anos e era mais velha que eu e meu irmão, que tínhamos eu 17 e meu irmão 16, a menina vinha de uma fazenda onde morava com a mãe viúva e pretendia vir para a cidade grande estudar. Ela era morena com cerca de 1,60 de altura olhos verdes pernas torneadas e um bumbum arrebitado, mas sem ser grande e era bem bonita, era um filezinho, mas como meio parente eu nem liguei muito para ela.
Vou aqui chamá-la de Bia, ela por sua vez era bem “levadinha”, deixava agente sempre ver suas calcinhas e eu me meu irmão éramos meios bobos ficavamos até acanhados, mas ela foi insistindo até que um dia eu comecei a bolina-la e a coisa acabou em sexo anal, ela era virgem, mas pelo que notei já era bem rodada na bundinha, dia depois me contou que desde menina já dava o cu pros meninos lá na roça onde morava, aquilo para mim foi um presente que caiu do céu, ela sempre falava para chamar meu irmão também para transar, mas eu tinha medo e sempre relutava, até que um dia ao chegar em casa me deparei com ele enrabando a danada, passado o choque foi só trepação e como meus pais saiam sempre de casa, viajavam muito ficávamos nós três nas surubas, até quando estava menstruada ela queria trepar era uma verdadeira máquina de meter.
Um truque que eu usava… (Chuva Dourada)
Numa época tive uma namorada que era bem sapeca, vou chamá-la de Naninha, por mais que tentasse eu não conseguia que ela me fornecesse aquele seu “suco de ouro” diretamente na minha boca, ela tentava e não conseguia.
Então tive uma idéia, como ele gostava muito de um chopinho, antes de irmos para um motel, eu passava em um barzinho onde tomávamos uns bons copos de chope, então naturalmente, pelo efeito diurético da cerveja, ela ia no banheiro, eu a esperava voltar e depois de mais uns dois ou três “canecos”, convidava-a para o motel, só que aí não a deixava mais ir ao sanitário.
Como normalmente andávamos de moto, Naninha ia à minha garupa e o movimento da moto aumentava mais seu desejo de urinar, chegava ao motel e antes dela se dirigir ao banheiro eu propunha um sessenta e nove, como era muito tarada por umas boas linguadas naquela xaninha deliciosa, invariavelmente a danadinha topava, eu ficava por baixo e minha amada por cima.
Meu primeiro banho dourado - parte I
Meu desejo pela chuva dourada tem início na minha adolescência, descobri aos 15 anos que era um fetiche, na biblioteca do colégio, onde encontrei uma revista de informática que tinha um pequena nota com indicação de um site pra pessoas que gostavam de assistir outras “tirando água do joelho”. A internet ainda não era uma realidade pra mim naquele ano de ’98, mas através de alguns CD’s que forneciam horas de acesso, consegui acessar o site e me deleitar com as imagens e vídeos de mulheres fazendo xixi. Demorava uma eternidade, pra carregar o conteúdo, mas valia mais do que a pena!
Em 2004 chega o Orkut, e em 2005 eu criei meu primeiro perfil “fake” pra expressar minha fantasia. A primeira comunidade de Chuva Dourada apareceu discretamente, com algumas dezenas de membros, mas até 2006 chegou a ter 650 membros, até que a política do site a deletou. Mas consegui a tempo, fazer contato com uma mulher mais velha, divorciada, do interior de SP e após um mês nos conhecendo por msn e algumas conversas telefônicas, fui convidado para passar uns dias em sua casa.
Sem medo - Conto sadomasoquista
– O ambiente era escuro, lembrando uma masmorra da Idade Média. A decoração era toda em vermelho e preto. Nas paredes estavam pendurados quadros com desenhos que mostravam toda sorte de punições que alguém poderia sofrer naquele lugar.
Chegara até ali, estava indeciso, não sabia se seguia em frente ou recuava. Desejava ardentemente realizar sua fantasia, mas o medo o atormentava. Inconscientemente se condenava. Enquanto pensava dirigia-se a uma ante-sala indicada por uma recepcionista trajada com roupas de couro. Esperava ouvir gritos ou outros sons que pudessem atemorizá-lo. Ouvia apenas uma suave música e, estranhamente, ela aumentava sua excitação. Descobrira aquele local lendo uma publicação erótica, telefonara se informando sobre o local, valores cobrados e outros detalhes. Agora a ansiedade quase o matava.
“Pode aguardar que ela já vem.” Ao ouvir estas palavras acordou de suas divagações. Encarou a recepcionista respondendo com um sorriso e um agradecimento. Observando-a melhor viu que era muito bonita e bem feita de corpo. Nesta sala mais quadros desta vez eram fotos e não desenhos. Observava cada um deles notando que em todos havia sempre a mesma mulher.







