A Carcereira I, conto do Autôr Royssi, em português de Portugal

BDSM, Contos EróticosKeka10 maio 2008
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Às sextas- feiras sou sempre o primeiro a abandonar a empresa, na hora da saída. E que pressa eu tenho de sair! Como sou solteiro, passo o fim de semana ausente de casa e volto sempre às segundas com o rosto repleto de olheiras, a barba de três dias, pouca vontade de trabalhar, e sem quase me poder mexer, meus colegas partem do princípio que passo aqueles dois dias de folga transando como um coelho, e até se costumam meter comigo por causa disso.

As suas suspeitas ainda mais se acentuaram quando há poucas semanas atrás dois deles me viram entrando no final da tarde, num Pólo branco, conduzido por uma morena alta e vestida de couro, que eles perceberam bem ser muito bonita. É certo que eu entrei pela porta traseira apesar de o lugar ao lado da condutora estar vago, e me deitei de imediato ao comprido no assento, como ela me determina, o que os deveria fazer suspeitar que aquele relacionamento não era um relacionamento convencional.

De facto, como vêem, é uma mulher a responsável pelo meu desaparecimento de circulação todos os finais de semana, é por causa dela que regresso às segundas cansado e com cara de quem passou dois dias sem dormir (três se o fim de semana é prolongado), assim como é verdade que é na velha quinta isolada dela que passo aqueles dias, há já vários anos. E no entanto não posso dizer que somos namorados pois nunca lhe dei nenhum beijo na boca, nunca me pus nela, nem nunca sequer a vi nua. E mais do que isso.

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Conto erótico: Self Bondage, do autôr Jumping Jack Flash

BDSM, Contos EróticosKeka09 maio 2008
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Ela desligou a televisão, apagou a luz da sala e foi para o quarto. Abriu a porta do armário, afastou as roupas e pegou as cordas, jogando-as sobre a cama. Acendeu as velas, apertou o play do aparelho de som e foi retirando calmamente cada peça de roupa, enquanto os primeiros acordes de “Memory Motel” ecoavam no quarto.

Apesar da pouca luz, ela acompanhava cada movimento no grande espelho em frente à cama. Já totalmente nua, ajoelhou-se e tocou o próprio corpo, primeiro as pernas, as coxas, subindo as mãos pela barriga, os seios, e enquanto com uma das mãos tocava os mamilos, a outra subia pelo pescoço, rosto, até chegar na boca. Umedeceu um dedo na saliva, e com ele tocou de leve no clitóris.

Lembrou da primeira noite que estiveram juntos, de como ele lhe tocava… Ainda no hall de entrada, ele a prensara contra a parede, beijando sua boca, seu pescoço, com uma mão segurando as suas sobre a cabeça, junto à parede, e com a mão livre rasgando totalmente a frente da sua blusa, liberando os seios, para logo em seguida abocanhá-los. Lembrou de como lhe faltara força nas pernas quando ele levantou sua saia e afastou a calcinha, os dedos invadindo sua buceta.

Pegou uma das cordas sobre a cama, juntou as pontas e correu os dedos pela extensão, até chegar no centro da corda.

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Meu primeiro banho dourado - parte II

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xixi pau

 Continuação do relato: Meu primeiro banho dourado - parte I

Naquele fim de tarde, após receber meu primeiro banho dourado, conversamos bastante, trocando beijos e carícias e passei a chupa-la mais e depois de umas poucas horas ela ficou satisfeita de tanto gozar.

A noite me senti esgotado, ela apagou a luz pra eu dormir e foi pra sala assistir sua novela. Ela trabalhava meio período todas as manhãs, acordei com ela ao meu lado, e ela disse pra eu me recompor pra servi-la novamente à tarde.

Tomamos um café e a acompanhei até a porta. Enquanto ela estava em serviço eu aproveitei pra passear em sua cidade pensando no dia anterior que tinha sido tão intenso. Ela chega após o horário de almoço e imediatamante nos trancamos dentro do quarto. Sua cidade era muito quente e tiramos a roupa rapidamente, todo calor que queríamos sentir era o corpo um do outro.

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Dando para o Professor.

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Bom, me chamo Julia e hoje vou contar um historia antiga. Eu faço Engenharia Cilvil e tinha um professor que era lindo, bem malhado, 1,89m. Só que ele era todo fechado em relação a intimidade com seus alunos, fiquei louca por ele pelo seu jeito tímido e recatado só que tinha que pensar em um jeito de me aproximar dele já que ele não dava nenhuma intimidade aos alunos. Certo dia cheguei e sentei na frente, quando ele chegou logo estranhou que eu sentei ali. Ele ainda fez uma brincadeira comigo, neste dia tinha ido de mini saia e toda vez que ele virava pra explicar eu abria um pouco a perna e a cruzava, comecei a perceber que ele estava perdendo a concentração tanto que estava esquecendo do que ele iria falar.

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Salvando o Casamento

BDSM, Contos Eróticos, LésbicasKeka04 maio 2008
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Autor: Mt_Jdi

Domme de escravA

Tales e Maria estavam casados a pouco mais de 1 ano. Porém o casamento deles já parecia ter caído em rotina.

Durante os anos de namoro, eles experimentaram e praticaram muitas fantasias, um do outro. Sempre foram muito bem resolvidos em relação a sexo.

Com o passar do tempo, Tales foi ficando mais afastado de suas fantasias com Maria, talvez porque ela havia engordado um pouco, o trabalho de casa a deixava ocupada e cansada demais… Enfim, eles por algum tempo ficavam só no “papai-mamãe”.

Sempre que praticavam BDSM, Tales dominava Maria de várias maneiras, ela sempre gostava e gozava em sua posição de sub, algumas vezes, ele sugeriu que ela a dominasse, e para isso lhe dava vários tipos de presentes, como botas cano alto, roupas sexy e acessórios. Ela, das poucas vezes que praticou seu lado Dominatrix, pouco fez, e por varias vezes acabou cedendo e voltando a posição de submissa.

Tales ficava horas a fio na frente do PC de sua casa, as vezes lendo contos em inglês e as vezes apenas admirando fotos de BDSM. Certo dia, enquanto Maria trabalhava no PC, algo nela despertou e ela começou a procurar o motivo que Tales ficava ao PC por varias horas. Foi quando ela abriu algumas pastas e pode ver varias fotos, vídeos, clips e até alguns contatos de escravas e Dommes na região de onde vivem.

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Meu primeiro banho dourado - parte I

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xixi banho

Meu desejo pela chuva dourada tem início na minha adolescência, descobri aos 15 anos que era um fetiche, na biblioteca do colégio, onde encontrei uma revista de informática que tinha um pequena nota com indicação de um site pra pessoas que gostavam de assistir outras “tirando água do joelho”. A internet ainda não era uma realidade pra mim naquele ano de ’98, mas através de alguns CD’s que forneciam horas de acesso, consegui acessar o site e me deleitar com as imagens e vídeos de mulheres fazendo xixi. Demorava uma eternidade, pra carregar o conteúdo, mas valia mais do que a pena!

Em 2004 chega o Orkut, e em 2005 eu criei meu primeiro perfil “fake” pra expressar minha fantasia. A primeira comunidade de Chuva Dourada apareceu discretamente, com algumas dezenas de membros, mas até 2006 chegou a ter 650 membros, até que a política do site a deletou. Mas consegui a tempo, fazer contato com uma mulher mais velha, divorciada, do interior de SP e após um mês nos conhecendo por msn e algumas conversas telefônicas, fui convidado para passar uns dias em sua casa.

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Áudio - O Doce Veneno do Escorpião - Inéditas e Proibidas

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Bruna Surfistinha, a menina de classe média que fugiu de casa para se prostituir os 17 anos, contou toda a sua história em O Doce Veneno do Escorpião um dos maiores fenômenos editoriais dos últimos tempos.

O livro atingiu a marca de 100 mil exemplares em apenas três meses. Agora Bruna Surfistinha está de volta, contando mais histórias proibidas dos seus quatro anos como garota de programa. São relatos picantes de aventuras sexuais com homens, mulheres, casais e até grupos de rapazes.

O Doce Veneno do Escorpião - Bruna Surfistinha

E o melhor: todos eles contados para você pela primeira vez pela própria Bruna Surfistinha.

Prepare-se para fixar o nome desta brasileira de origem, que, ao contrário dos escritores tradicionais, conta uma história de vida em tudo diferente ao que já conhece, rompendo com os cânones das sociedades católicas, assumindo os seus atos e dando a cara pelo que já foi.

Com frontalidade, relata o abandono de uma vida perfeitamente comum, proveniente de uma classe média alta, para se entregar, com apenas 17 anos, à prostituição de luxo, descrevendo os seus encontros escaldantes com parceiros de várias idades, durante três anos na cidade de São Paulo.

Clique aqui para baixar o MP3:

O Doce Veneno do Escorpião em áudio MP3

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