O Prazer dos Limites SM
Este é um vídeo para curiosos no assunto, um documentário sensacional a meu ver, recomendo!
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Conteúdo enviado é postado!
Este relato é real, enviado por um amigo meu do orkut:
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Domingo, depois de ficar no MSN, com a minha alma deliciosa… Conversarmos todas as coisas que gostamos e vamos fazer juntos, fiquei tão excitado e não tinha outra alternativa, a não ser, na madrugada, ligar para uma das minhas subs, minha vizinha de rua e chama-la pra me satisfazer.
E ela aceitou prontamente… Só que ela estava acompanhada, de um amigo homosexual. Não tenho preconceitos então ficamos na sala da casa dela conversando.
Mandei ela se despir, ali mesmo, ficar só com a coleira que dei pra ela e se ajoelhar, nos meus pés para tirar meus sapatos. O amigo dela ficou sentado e sem entender nada (ele não sabia o que era ser sub), ficou louco quando ela começou a chupar meu pau, exatamente como gosto…
Olhei para ele e disse: “Você quer também?” Claro que sabia qual seria a resposta.
Estava eu na internet procurando uma mulher para transar quando pensei, porque não colocar um anúncio? Coloquei o anúncio e esperei uma semana e pouco quando recebi um e-mail que dizia: meu nome é Melissa; tenho 35 anos e estou louca por um homem; mas esse homem tem que atender a um desejo meu, me ligue.
Ela tinha deixado o número dela e resolvi ligar. Quem atendeu foi uma mulher de voz maravilhosa. Conversamos um tempo e ela me deu o endereço dela e sem pensar fui até a casa dela.
Chegando lá, bati na porta e quem abriu foi uma mulher estonteante; olhos verdes, cintura fina, seios fartos, pernas maravilhosas e uma bunda de cair o queixo e dar inveja a qualquer outra. Ela me convidou para entrar e sentar no sofá.
Depois de um tempo ela me disse que só transaria comigo se eu aceitasse me vestir de mulher pois esse era um desejo que ela queria realizar. Fiquei meio desconfiado com isso mas diante daquela deusa eu resolvi arriscar.
Tirei estas dicas do site: Submissão e Dominação
Então não são especificamente meu modo de ver, pois não concordo com todas as dicas, mas muitas dá pra se aproveitar
Uma das principais coisas para uma escrava sentir-se verdadeiramente possuída é ser lembrada constantemente do controle de seu Senhor sobre ela. Esses lembretes podem ser sutís como um brinco, ou um pouco mais incômodos

1- Faça a usar sininhos. O constante barulhino dos sinos é suave e certamente a lembrará de sua submissão.
2- Se ela quebra uma regra, fale com ela enquanto a castiga, e faça-a dizer em detalhes o porque de estar sendo castigada.
3- Faça-a tirar seus calçados toda vez que entre em casa ou fiquem a sós.
4- Faça a usar sempre alguma coleira discreta, sempre que possível em público.
5- Faça a ligar para você todo dia em uma hora especificada.
Branding
O branding se caracteriza pelo aquecimento de pequenas placas de metal com um maçarico ou ferros aquecidos ao rubro, depois usados para fazer os desenhos queimando a pele com uma letra ou símbolo para marcar definitivamente alguém. Esta é uma técnica lenta e trabalhosa. “Também é efetuada com um cautério, que é uma espécie de soldador e com o qual se vai desenhando”.
O branding é dolorido e só pode ser apagado com cirurgia plástica – mas nem sempre com bons resultados. O Branding pode ser parte de uma cena, de um ritual ou modificação do corpo. Deve ser sempre São, Seguro e Consensual.
Historicamente, o branding é relacionado como símbolo de criminalidade ou escravidão. Marcas eram colocadas em criminosos na Idade Média, e em escravos. Encontrado na comunidade BDSM em relacionamentos estáveis e duradouros, onde o(a) submisso(a) consente em levar uma pequena marca de “propriedade”.
– O ambiente era escuro, lembrando uma masmorra da Idade Média. A decoração era toda em vermelho e preto. Nas paredes estavam pendurados quadros com desenhos que mostravam toda sorte de punições que alguém poderia sofrer naquele lugar.
Chegara até ali, estava indeciso, não sabia se seguia em frente ou recuava. Desejava ardentemente realizar sua fantasia, mas o medo o atormentava. Inconscientemente se condenava. Enquanto pensava dirigia-se a uma ante-sala indicada por uma recepcionista trajada com roupas de couro. Esperava ouvir gritos ou outros sons que pudessem atemorizá-lo. Ouvia apenas uma suave música e, estranhamente, ela aumentava sua excitação. Descobrira aquele local lendo uma publicação erótica, telefonara se informando sobre o local, valores cobrados e outros detalhes. Agora a ansiedade quase o matava.
“Pode aguardar que ela já vem.” Ao ouvir estas palavras acordou de suas divagações. Encarou a recepcionista respondendo com um sorriso e um agradecimento. Observando-a melhor viu que era muito bonita e bem feita de corpo. Nesta sala mais quadros desta vez eram fotos e não desenhos. Observava cada um deles notando que em todos havia sempre a mesma mulher.