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Arquivos na categoria ‘Narração Feminina’

Uma história real, como muitas outras

Nunca ignore alguém que te ama e se importa com você.
Porque um dia você pode perceber que perdeu a lua enquanto contava as estrelas.

Mulher amando

Ela sorria pra ele, enquanto pelas costas ele ria dela.
Ela achava que ia dar certo, mas ele tinha certeza que ia dar errado.
Ela demonstrava seus sentimentos, ele a achava grudenta.
Ela o amava, ele apenas gostava da companhia dela.
Ela procurava o príncipe à cavalo: ele nunca se desligou do seu amor do passado
ELE MENTIA, e ela se iludia
Ela acreditava em tudo o que ele dizia, e ele dizia o mesmo para as outras
Ela queria uma relação séria, ele só pensava em sí mesmo
Ela o esperava, ele não voltava
Ela se entregava, ele a evitava
Ela só queria ele, ele queria todas
Ela só pensava nele, ele nem lembrava dela
Ela falava, e ele não ouvia
Ela sofria, ele não se importava
Ela chorava, ele a ignorava
Ela falava EU TE AMO… Ele dizia que ela era uma boa mulher
Ela queria que fosse pra sempre, ele não a valorizava
Ela ficava por sentimento, ele por comodismo

Ela descobriu que ele foi apenas mais um!
Enquanto ele…

Sentiu a falta dela por descobrir que ela era ÚNICA!

Carta de Valerie - do filme V de Vingança


“Sei que não há como convencê-la de que isto não é mais um truque deles mas não faz mal. Sou eu. Meu nome é Valerie.
Não creio que viverei muito tempo e quero falar sobre a minha vida. Esta é a única biografia que eu vou escrever e faço isso em papel higiênico.
Nasci em Nottingham, em 1985. Não me lembro muito da infância, mas eu me lembro da chuva. Minha avó tinha uma fazenda e ela dizia que Deus estava na chuva.
Fui aprovada no exame para o curso secundário. Na escola, conheci minha primeira namorada. Seu nome era Sarah. Foram seus pulsos. Eles eram lindos. Achei que nos amaríamos para sempre.
O professor dizia que era uma fase da adolescência que superaríamos. A Sarah superou. Eu não superei.
Em 2002, eu me apaixonei por uma garota chamada Christina. Naquele ano, contei aos meu pais. Não poderia ter feito isso sem a Chris segurando minha mão.

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Revanche - Quem disse que toda história de vingança deve ter final previsível?

Uma cadeira de metal, de exame ginecológico. Minha respiração dificultada, meus sentidos ainda zonzos. Estamos em uma sala bem grande, tão cheia de coisas. Iluminada por algumas velas aqui e ali, e pelo ocasional brilho de um relâmpago na tormenta lá fora. Minhas mãos presas atrás da cadeira em apertados grilhões de ferro fixados ao móvel. Da mesma forma, correntes encadeadas mantêm minhas pernas presas nos cavaletes elevados da cadeira pelos tornozelos, e correias plásticas transparentes prendendo minhas coxas no desconfortável e frio móvel praticamente me tolhem todos os movimentos. Para completar, mais dessas faixas prendem o meu tronco, saindo próximo aos ombros e se cruzando pelos meus seios e barriga.

Mesa de exame Ginecologico

E claro, minha cabeça envolvida por um capuz de couro negro, que a cobre toda, exceto pelos olhos e pelo nariz. Acho que ela quer ver bem meus olhos. Já estão lacrimosos, mais de temor que de dor. Esse capuz têm uma peça de borracha que invade minha boca e camufla ainda mais meu gemidos, gritos não crescidos, e uma argola que o prende ao encosto da cadeira, impedindo que mexa demais a minha cabeça. E meus lábios vaginais, presos por um tipo de alicate, seguro pelas mãos, vestidas de luvas cirúrgicas brancas, de alguém.

- Estamos quase lá, querida. Ou melhor, vadia. As vezes até eu esqueço, vendo você tão bela. Ah, vai doer.

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Conhecendo meu Dono e Senhor...

Depois de quase 3 meses teclando, finalmente iria conhecer meu Dono e Senhor, Mestre Pablo.

A ansiedade e o medo estavam tomando conta de todo o meu ser, mas o desejo de conhecê-lo era maior, a vontade de estar nos seus braços e sentir o seu gosto fizeram de mim a mais corajosa das cadelas.

Viajei por aproximadamente 11 horas de ônibus só para sentir o seu calor.

O tesão que me tomou durante a viajem era enorme, pois apesar de não conhecê-lo, sabia do que era capaz, afinal de contas, por quase 3 meses ele me ensinou o que era a submissão, o que gostava e, como eu, enquanto cadela deveria me comportar.

Eu, uma iniciante, não sabia o que me esperava, só sabia que estava disposta.

Cheguei à rodoviária de sua cidade com quase duas horas de atraso.

Ele ainda não havia chegado!!! O medo tomou conta de mim… Pensei: – ELE NÃO VEM!!!!

Mas, felizmente, poucos minutos mais tarde ele chegou.

Era melhor do que eu imaginara, parecia um felino em movimento, meu coração disparou, não sabia o que fazer… Deixei as coisas por conta dele, que se mostrava totalmente à vontade diante da minha insegurança.

Após os comprimentos iniciais seguimos para o nosso destino, um motel na cidade, onde ficaríamos por 24 horas.

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Por causa da Zoofilia eu virei escrava (Verídico)

Olá meu nome é Elen, tenho 18 anos sou morena clara, cabelos pretos e longos ate o meio da minha costas, 1.68 de altura, seios médios bunda grande e pernas grossas, para ser mais exata corpinho estilo violão.

Eu tenho um namorado fazemos sexo normalmente como qualquer pessoa, só que eu tenho um segredo e que nunca contei a ninguém, adoro ser amarrada ou ficar amarrada, por isso mesmo eu estou sempre nesse site para ver contos de SM ou de mulheres que são amarradas.

Eu mesma quando estou sozinha em casa pego umas cordas e me amarro na cama em forma de um X, primeiro amarro minhas pernas bem abertas e depois coloco um consolo na minha buceta, ai então eu amarro minhas mãos, só que sempre deixo uma tesourinha perto para o caso de eu precisar sair e não conseguir me desamarrar, e nunca ninguém me pegou desse jeito na cama.

Bom, mas como ia dizendo estou sempre aqui nesse site lendo contos, até que nesse feriado meus pais e meus irmãos foram viajar e só voltariam no domingo, então resolvi ler contos de Zoofilia, eu nunca tive vontade de tranzar com um cachorro, achava até isso uma coisa muito nojenta, mas eu não sei o que aconteceu mas aquele dia me deu vontade de ler contos de Zoofilia, ai li um conto e fiquei com um baita tezão, ai li o segundo conto e fiquei totalmente alucinada, e fui la no quintal ver o nosso cachorro, um RotVailler de 2 anos que a gente tem, alias ele é do meu irmão, o nome dele é Beetoven ele é muito bem tratado e é de porte grande, fiquei olhando para ele e pensei não tenho coragem de fazer isso, mas ai me deu um estalo na cabeça e pensei, eu me amarro nua e de quatro aqui no quintal e deixo ele me comer, e se caso eu me arrepender na hora não terei como impedi-lo.

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Como eu transformei meu MARIDO em CORNO

Eu descobri sites como este na internet há cerca de cinco anos atrás e, desde lá, tenho aprendido muito sobre como transformar verdadeiros maridos machões e dominadores em maridos cornos e submissos.

Posso afirmar que meu casamento e minha vida sexual mudaram muito depois que adestrei meu marido.  Então, eu finalmente decidi expor aqui minhas experiências obtidas ao lado de meu marido, com a qual sou casada há sete anos.

Com o passar do tempo, raramente me via satisfeita com o pênis do Peter e ele raramente estimulava-me oralmente, uma das únicas maneiras em que eu obtinha orgasmos com ele.

Eu vivia frustrada, masturbava-me regularmente e estava louca para arrumar um amante e eu comecei a procurar sobre técnicas de dominar o marido e, enfim, transformá-lo em um corno de verdade.  Desde essa época eu adquiri um grande número de cintos de castidade, mas atualmente uso nele mais os modelos CB 2000 e CB 300, pois são feitos de plástico, permitem a ele fazer uma higiene prática, não dói, não são detectados nos aeroportos e permitem que o Peter os use mesmo durante suas viagens de negócio ou no trabalho. Eu comprei os cintos CB 2000 e CB 300 no site:

http://www.cb-2000.com/home.html

Minhas regras básicas são simples: Peter será apenas libertado de seu cinto de castidade após lamber minha vagina 75 vezes, mesmo que ela esteja encharcada com o leitinho de outro homem.  Isso garante que ele permaneça “preso” por um período entre cinco a seis meses, dependendo da minha vontade. Quanto mais obediente ele for, mais rapidamente ele será “libertado da castidade”, mesmo que por breves momentos.

Há algumas outras regras básicas, como:

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