Trampling (Definição completa)
Vejamos o que a Wikipédia diz, formalmente a respeito:
Trampling é um fetiche que consiste no ato de um indivíduo ser pisado por uma ou mais pessoas, normalmente do sexo oposto, sendo mais comum uma mulher pisando num homem.
O adepto desta parafilia sente-se excitado ao ser pisado por outra pessoa, descalça ou não, em várias partes do seu corpo, como peito, barriga e até mesmo cabeça e órgãos genitais. É muito comum o uso de salto-alto para a realização deste fetiche.
O Trampling é muitas vezes associado ao sadomasoquismo e à podolatria.
Por que chicotear é tão divertido? (whipping)
Uma maneira de ver a ação de chicotear é encará-la como se fosse uma forma diferente de tocar alguém.
Pessoas que acabam de chegar ao SM freqüentemente brincam com o “spanking”; é gostoso apanhar! É uma punição, um forte estímulo, que machuca de maneira muito prazerosa.
Mas se você já bateu em alguém alguma vez por algum tempo, sabe que suas mãos começam a doer rapidamente!
Bem, é para isso que servem os chicotes - para permitir que você bata em alguém por um tempo maior, sem se cansar.
Há uma grande variedade de chicotes (sete caudas, açoites pesados, “canes” (varas), chibatas de tiras trançadas, chicotes de camurça, e muitos outros) e todos eles causam sensações diferentes e todos têm seu próprio efeito.
Um dominador amante dos chicotes geralmente carrega com ele um arsenal de açoites variados, mas todos eles são como extensão do toque do “top”.
FALSO DOMINADOR - Polêmico
Um dos assuntos mais discutidos no meio BDSM é a figura do
“falso Dominador”.
Com a facilidade da internet essa figura aparece como papel trazido pelo vento e faz suas “vitimas” entre as incautas submissas, não menos ignorantes no assunto que ele.
O falso Dominador não tem em si vocação para Dominar, não é sádico, nem compreende toda a responsabilidade do jogo de Dominação e submissão. Não gosta nem sente prazer no jogo por inteiro.
Está apenas interessado em sexo fácil e imagina ter numa submissa apenas para isso, alguém de quem possa abusar, satisfazendo sua lascívia sexual comum, que talvez tenha dificuldade para realizar com mulheres “baunilha” que muitas vezes exigem compromissos e se mostram mais limitadas sexualmente.
Depois ele, como bom cafajeste e não fazendo idéia do que seja submissão, Dominação, Sadismo e masoquismo, passa a desprezar ou se desfaz da incauta como quem joga fora a embalagem do bombom que acabara de comer. Não têm nenhum compromisso com ética ou seriedade, querem apenas sexo e com urgência. Isto é diferente de não aprovar a submissa após algumas sessões de avaliação ou treinamento, pois os objetivos são diferentes dos objetivos do falso Dominador.
FALSA SUBMISSÃO - Polêmico
Pode não parecer, mas como existem os falsos Dominadores, existem também os falsos submissos e submissas. Os motivos que levam as pessoas a este embuste são diversos e para tratar da falsa submissão vou dividir o assunto em duas partes.
A primeira parte; a falsa submissão feminina e a segunda; a falsa submissão masculina.
PRIMEIRA PARTE: falsa submissão feminina
O que torna uma submissa uma falsa submissa, como é de se imaginar, são os objetivos da sua submissão. Desde que não seja o sincero prazer erótico obtido através do ato de servir ao Dominador que ela escolher e aceitar, ela é uma falsa submissa.
Ela pode aceitar se submeter porque apaixonou-se ou ama um Dominador ou Sádico, mas não sente nenhum prazer na prática e sinceramente desejaria que Ele fosse diferente. Nesse caso a sua carência afetiva a faz submissa e não o prazer erótico, ou melhor dizendo, sua carência a faz uma falsa submissa.
Outras vezes por frustrações nos seus relacionamentos convencionais, onde os homens aparentemente são muito mais exigentes quanto a beleza física, atributo do qual ela não é lá muito bem dotada, e a concorrência é grande, ela resolve conhecer novos universos, mas mais uma vez por pura carência afetiva. Nesse caso ela acaba por conhecer um Dominador e aceita submeter-se às práticas BDSM em troca de um pouco de afeto e atenção, mas isso não a faz uma autêntica submissa, cujo o prazer está no servir e não na pessoa em si, ou no preenchimento de uma lacuna afetiva aberta na alma.







