
Muitas pessoas gostam de inverter os papeis sexuais e para isto acessórios para penetração presos por cintas.
As cintas ou arreios são fabricadas basicamente em dois modelos: com uma ou duas tiras de suporte.
Os materiais são os seguintes: couro, vinil, borracha e nylon.
A partir daí cuidado: os detalhes fazem toda a diferença! Se você está procurando uma cinta e precisa de um fator decisivo para escolher de uma olhada nos itens que fazem a diferença:
- Dildos compatíveis com cintas
Uma tira ou duas?
Como você se sentiria melhor com apenas uma tira no meio das nádegas ou com duas uma em volta de cada nádega?
< ...Continuar a leitura disso...» » »
A inversão de papéis em uma relação BDSM, a mulher (Dominadora) assume a postura ativa e o homem (escravo) a postura passiva.
Esta troca tem como objetivo a humilhação e também a quebra da resistência psicológica do escravo, visto que o homem foi ensinado durante toda a sua formação que a ele cabe o papel de dominador, simplesmente por possuir entre as pernas aquilo que é o símbolo do poder: o pênis.

Sempre me defini como um submisso nato, com atitudes masoquistas e ávido pelo rebaixamento moral que essas práticas podem proporcionar a um escravo durante a sua emasculação.
De todas as formas que minha Domme se utilizou em meu adestramento, sem dúvida, a inversão de papéis foi a experiência mais completa e intensa que pude vivenciar.
Depois de um bom período de anal training, onde meu ânus recebeu um tratamento visando obter a dilatação necessária para sessões de inversão e fisting, fui logo apresentado ao strap-on dildo de minha Domme. Adepto ao crossdressing, quase sempre me travestia de sissie, tornando o ato de dominação perfeitamente completo.
< ...Continuar a leitura disso...» » »
Texto enviado sem identificação de autoria, me parecendo um relato feminino.

De todas as práticas de Dominação Feminina, a inversão de papéis, mais especificamente o strap-on (ela metendo nele com a ajuda de um cinto e um dildo acoplado) é a que fui mais relutante em experimentar como prática de humilhação, talvez porque para mim, a penetração anal em si não é um ato humilhante para o homem, afinal há prazer.
Ou talvez porque, sendo feminina como sou eu temesse com a inversão de papéis perder um pouco da minha feminilidade. Mesmo quando estou com uma mulher, gosto de me sentir fêmea, tanto quanto aquela que está comigo. Deixo o papel de macho para quem é de direito, o próprio. Na inversão de papéis, o fato de estar naquele momento exercendo uma prática especificamente masculina, a penetração, sempre me incomodou um pouco como mulher, no entanto, não como Dominadora.
O mais interessante, é que não vejo conotação homossexual na prática em si, apesar de saber que determinados homens até podem ser homossexuais com dificuldade de auto-aceitação, o que não é regra. Todos os homens com os quais fiz uso dessa prática até hoje, assumem-se heterossexuais, tenho certeza que alguns broxariam só em imaginar um pau de verdade a penetrar-lhes. Faz parte da fantasia deles ser possuído por uma mulher Dominante e não por um homem. Talvez até por isso exista um certo fascínio de alguns homens por travestis, afinal de contas é uma figura feminina dotada de um pau.
< ...Continuar a leitura disso...» » »