Texto enviado sem identificação de autoria, me parecendo um relato feminino.
De todas as práticas de Dominação Feminina, a inversão de papéis, mais especificamente o strap-on (ela metendo nele com a ajuda de um cinto e um dildo acoplado) é a que fui mais relutante em experimentar como prática de humilhação, talvez porque para mim, a penetração anal em si não é um ato humilhante para o homem, afinal há prazer.
Ou talvez porque, sendo feminina como sou eu temesse com a inversão de papéis perder um pouco da minha feminilidade. Mesmo quando estou com uma mulher, gosto de me sentir fêmea, tanto quanto aquela que está comigo. Deixo o papel de macho para quem é de direito, o próprio. Na inversão de papéis, o fato de estar naquele momento exercendo uma prática especificamente masculina, a penetração, sempre me incomodou um pouco como mulher, no entanto, não como Dominadora.
O mais interessante, é que não vejo conotação homossexual na prática em si, apesar de saber que determinados homens até podem ser homossexuais com dificuldade de auto-aceitação, o que não é regra. Todos os homens com os quais fiz uso dessa prática até hoje, assumem-se heterossexuais, tenho certeza que alguns broxariam só em imaginar um pau de verdade a penetrar-lhes. Faz parte da fantasia deles ser possuído por uma mulher Dominante e não por um homem. Talvez até por isso exista um certo fascínio de alguns homens por travestis, afinal de contas é uma figura feminina dotada de um pau.
Não considero como inversão o cara que curte ter o cu dedado (fio terra) enquanto é chupado, tampouco aquele que é submetido à massagem prostática (ordenha), afinal a próstata é inegavelmente um orgão de prazer. Vejo como inversão, a feminização (roupas, maquiagem, expressões femininas) ou o uso específico do cinto atado ao corpo da mulher e um pau de borracha (dildo) acoplado nele, para dessa forma ela através da penetração anal, exercer o papel atribuído ao macho enquanto ele é humilhado e submetido ao papel de fêmea.
Minha primeira vez comendo um homem foi com um amigo switcher. O switcher no jogo S&M é aquele que hora é Dominador, hora Dominado, não necessariamente pela mesma pessoa. Normalmente ele exerce sua faceta Dominante com uma pessoa e se submete a outra, quase nunca em um mesmo tempo. Com este amigo eu fui a Dominante, portanto ele foi o Dominado, apesar de eventualmente (mas não naquela tarde) ele ser Dominador também.
Ele sabia que eu não tinha conhecimento da prática, e assim que chegamos ao hotel foi me mostrar quase que de maneira didática como acoplar o pau de borracha ao cinto, como vestir, como fazer uso, a importancia da preparação e dilatação anal… Depois dessa rápida explicação partimos para a prática, e quando o assunto é Dominar, isso é muito natural em mim. Sei fazer uso do meu charme para ter prazer ao extremo. E mesmo sendo um doce de menina, aquele que está comigo sempre percebe quando um pedido é meu eu não aceitaria um não como resposta.
O mais difícil naquela primeira vez foi perceber que para aquele homem em especial, estar ali comigo não era a prática mais humilhante, a humilhação que ele esperava era das minhas palavras, nos xingamentos, expressões de detrimento à sua masculinidade e principalmente (e isso sim foi difícil) ser fodido como um homem fode uma mulher, “pero sin perder la ternura jamás…”
Foi difícil o vai e vem, o ritmo da foda, afinal de contas, por mais ajustado que o pau estivesse ele não me pertence. Passei a adorar como semi-deuses todos os homens que já me comeram até hoje. Que tarefa difícil é meter em alguém. Tarefa, aliás, extremamente bem executada por ele mesmo, o amigo switcher, homem que eu comi o cu. Naquela tarde achei que nunca mais o faria novamente.
Pouco tempo depois, uma amiga me emprestou seu escravo, ela disse que o strap-on é prática, e só ela levaria a perfeição. E curiosamente naquele empréstimo eu descobri que o que mais me deu tesão em comer um homem, não foi o ato em si, mas a humilhação em negar a ele a masculinidade. Apesar do escravo da minha amiga ter prazer com a penetração anal e até admitir isso, ele se envergonha deste prazer, e só o faz se for forçado. Naquele dia eu descobri que o meu prazer maior na inversão de papéis, não estava na prática em si, mas na humilhação de tê-lo emasculado.
Lembro que em determinado momento, ele ficou doido de tesão e tentou me acariciar e até teria trepado comigo se eu deixasse, mas uma frase que eu disse o humilhou mais que tudo: “Não respeito como homem aquele que eu como o cu.” O que nem é uma verdade de fato, trepei com meu amigo switcher mesmo depois de tê-lo comido, mas acho que só falei isso porque com ele, esta frase funcionou mais que um tapa na face.
Com M, meu masoquista preferido, eu tive certeza que o meu prazer com a inversão é realmente ligado a humilhação. Tanto, que não faço questão de usar um cinto para enfiar um pau. Acho que homens ainda comem melhor que eu, e se ele quisesse realmente ser comido procuraria um e não uma mulher Dominadora.
Costumo plugá-lo, obrigar o uso de calcinha, proibi-lo de me penetrar, exigir que me dê apenas prazer oral como se não fosse um homem… A inversão para M. é o fim, o cúmulo, terrível, mas ele se submete, porque o prazer dele é executar minhas mais loucas ordens, meu mais doido capricho e minhas malvadezas.
Acho que até hoje, eu não gosto muito dessa coisa de fingir que tenho um pau, não necessito disso e nem me sinto muito à vontade. Deixo paus para quem tem e sabe usar melhor que eu. Ainda bem rsrsrs.
No entanto, dentro do contexto da humilhação Dominadora/escravo, a inversão de papéis funciona como uma punição muito mais severa que o spanking, já que priva o escravo de exercer o poder do seu falo como macho e sim ser submetido à Dominante por um pau que nem de verdade é.
Quase sempre o maior prazer da Dominadora é ver que apesar de gritar aos quatro ventos a sua heterossexualidade, a grande maioria rebola e geme de prazer diante da prática.





Li com grande interesse e excitação esse fascinante artigo sobre inversão de papeis.
Aprecio muito esse fetiche.
Parabéns pela interessantíssima matéria.
ola, eu achei muito boa essa materia e eu mesmo tenho esse desejo porem escondo-o de toda maneira e nunca achei uma mulher que quisesse me comer!!!! eu ate entro em salas de bate papo de lesbicas e sempre finjo ser uma mulher que tem um irmaum chato e que ela(eu) pesso que coam meu irmaum(eu tbm) mas mesmo assim nunca deu certo infelizmente!!! se alguem tiver como me dar explicações de como fazer isso mande um e-mail!!! agradeço!!!
adorei toda essa materia quem gostar dessa pratica me mande um email,tudo isso e excitante
adorei o artigo, estou a procura de uma dominadora
se por acaso conheser alguem por favor me endique.
abraços
Eli tudo bem ??
Sou um cara hetero, casado de 36 anos…
Sou adepto a muito tempo da prática da inversão, tanto com amigas de cabeça aberta, quanto com namoradas… Inclusive com a minha digníssima esposa…
Não vejo tanto a necessidade de classificar a prática como dominação e tal, acho apenas uma maneira diferente de se proporcionar prazer.
É para mulher que gosta de anal, pois vejo como uma retribuição do homem, que assim como eu, adoro fazer anal com as mulheres com quem transo, e se elas curtem a idéia de fazer o mesmo em mim, e se além de curtir, se excitam fazendo, nao vejo por que nao fazer …
Portanto me coloco a sua disposição para uns papos sobre o tema… assim vc tem uma opinião de quem gosta e sabe do que se trata… cuidados e tal !! Pode ser por aqui mesmo, ou me escreve no : hotcwb@hotmail.com
bjos
Isto deveria ser bem mais divulgado..pois tem mulheres que nao entrendem e homens que nem podemos tocar no assunto.
Eu mesmo nunca comentei com nehum amigo….não entenderia
Estou a procura de uma mulher que realmente cuta inversão
Meu, sou homem e penso extamente da mesma maneira. Tenho 34 anos, jogo tênis e dou aulas na faculdade. Gostaria muito de conhecer alguém como você. Se interessar responda…….
Parabéns pela matéria, estou a procura de uma mulher que curta inversão se por acaso conhecer alguma ou ser alguma mulher ler esta magnifica matéria por favor me procure ou me endique.
Tudo feito sem preconceito e com acordo, é gostoso.Com meu amante eu já coloquei um nome, santinha. Não de vestir de mulher, não, isso é viadagem. a coisa é psicológica. È ele tentar se colocar no meu lugar e se sentir mulher,dar prazer e ser comido. Para a mulher é sentir-se como um homem, o poder de penetrar, de chupar o peito dele, de sentir,com os dedos, suas áreas de prazer( a próstata). chama-lo de putinha,de ser minha mulher, deixá-lo de quatro e comer sua bundinha com um dedo ou um consolo bem fininho,bem fininho mesmo. Afinal de contas, a mulher sou eu! Ana Rosa