Inversão de papéis – Por escravo eunuco (Versão masculina)
A inversão de papéis em uma relação BDSM, a mulher (Dominadora) assume a postura ativa e o homem (escravo) a postura passiva.
Esta troca tem como objetivo a humilhação e também a quebra da resistência psicológica do escravo, visto que o homem foi ensinado durante toda a sua formação que a ele cabe o papel de dominador, simplesmente por possuir entre as pernas aquilo que é o símbolo do poder: o pênis.
Sempre me defini como um submisso nato, com atitudes masoquistas e ávido pelo rebaixamento moral que essas práticas podem proporcionar a um escravo durante a sua emasculação.
De todas as formas que minha Domme se utilizou em meu adestramento, sem dúvida, a inversão de papéis foi a experiência mais completa e intensa que pude vivenciar.
Depois de um bom período de anal training, onde meu ânus recebeu um tratamento visando obter a dilatação necessária para sessões de inversão e fisting, fui logo apresentado ao strap-on dildo de minha Domme. Adepto ao crossdressing, quase sempre me travestia de sissie, tornando o ato de dominação perfeitamente completo.
Invertido os papéis, a submissão passou a ter um outro sentido em minha vida de escravo. Posso afirmar que essa foi a forma que melhor materializou a necessidade que apresento de ser subjugado, chegando ao ponto de condicionar o meu prazer a esta prática.
Segundo minha Domme, o melhor castigo que ela poderia me infligir, não era os obtidos por técnicas punitivas como o spanking, mas sim alguns dias sem me possuir sexualmente. Para meu desespero, ela tinha total razão.
Fora do BDSM, fica praticamente insustentável para o escravo submisso uma relação dentro dos padrões normais, ou seja, uma readequação ao papel de dominador.
Quero deixar claro que “insustentável” não significa impossível, porém o prazer sexual jamais alcançará os mesmos níveis de satisfação física e mental.


