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Cabo Grossão

cabo-grossao

Repasso um conto gay que li e gostei.

Cabo Grossão 1

CABO GROSSÃO 1 - By Grossão

Eu como um coronel da PM e de vez em quando ele me empresta uniforme e carro para eu sair fantasiado de Cabo Grossão caçando garotões.

Certa noite saquei um carinha gostoso, louro, alto e forte, pegando o carro dele no Leblon. Segui o bonitão e mandei ele parar dentro de um estacionamento da Lagoa que naquela hora estava deserto.

– Ô seu guarda, eu tô limpeza, me libera, pô.

– Seu guarda não, Cabo Grossão, exijo respeito, seu merda. Sai do carro com as mãos pra cima. Bota as mãos em cima do capô e fica quietinho que eu vou te revistar.

O garotão saiu assustado. Quando ele virou e se encostou no carro admirei a bunda forte, musculosa, apertada no jeans. Comecei a revista e logo encontrei uma trouxinha de maconha.

– Sujou pra ti, hein bacana… Vou te levar pra delegacia.

– Não, cabo Grossão, pelo amor de Deus não faz isso comigo. Não tem jogo?

– Jogo? Qual é o teu jogo, garotão?

Comecei a apalpar aquela bunda gostosa por cima dos jeans, e belisquei os peitinhos do bonitão pra ele sacar logo qual é o meu jogo.

– Peraí, cabo Grossão, que é isso! Eu não sou disso não, não sou gay não, cara.

– Cala a boca, porra. Eu vou tirar um sarro com essa tua bunda gostosa, ou tu prefere ir agora pra delegacia? Lá tem um bando de negão pra te comer…

O rapaz começou a suar e tremer, ao sentir que não tinha escolha senão dar o rabo pra mim, coitado. Abri o jeans e enfiei as mãos por trás, agarrando-lhe as nádegas lisas e macias, muito tesudas. Ele respirou ofegante e gemeu, já gostando.

Baixei as calças do bonitão e a bunda branca com marquinha de sunga enlouquecedora quase me cega de desejo. Abri o zipper da minha calça de PM e o Grossão pulou pra fora, o cabeção já lambuzado e pronto pra se meter naquela carne de macho virgem.

– Pelo amor de Deus, não faz isso comigo, seu cabo. Vai doer!

– Tu quer dar sem dor?

– Quero. Quer dizer, não quero dar, mas quero sem dor.

– Pra ser sem dor, tu tem que querer dar, querer muito. Senão dói mesmo, dói pra caralho. Tu quer dar?

– Não!… Tá bom, quero. Anda logo, acaba logo com isso.

– Então fala.

– Falar o que?

– O que tu quer.

– Eu quero dar, pronto!

– Quer dar o que?

– Eu quero dar o cu, o rabo, a bunda!

– Pra quem?

– Quero dar pra você, cabo Grossão…

– E por que tu quer dar?

– Como assim?

– Fala, porra! Por que?

– Eu quero dar… porque eu sou um viadinho, porra! Agora chega, mete logo.

– Mete o que?

– Mete esse caralho, essa pica grossa que eu tô sentindo esfregar no meu rabo. Mete isso logo!

– Tu quer muito?

– Quero, quero esse cacete dentro de mim, anda…

– Pra que essa pressa toda? Primeiro tu vai mamar no Grossão e deixar ele bem tesudo pro teu cu.

– Não! Isso não! Eu tenho namorada. Com que cara eu vou olhar pra ela?

– Daqui pra frente tu só vai namorar pica grossa. Anda, ajoelha.

– Ai minha nossa senhora, que coisa enorme! É grosso demais… O que é que eu faço?

– Primeiro lambe e beija. Começa pelos culhões.

O bonitão, muito a contragosto, mergulha o focinho nos meus bagos peludos. Tá quase chorando, mas que jeito, tem que lamber. Logo ele engasga com um pentelho na garganta, mas consegue controlar a ânsia de vômito. Ele vai subindo, lambendo e beijando minha pica grossa, negra e cheia de veias. Admiro a beleza do rosto másculo de rapaz de boa família, concentrado em mamar o cacete do negão.

– Quero ver o cabeção dentro da tua boquinha.

– É grosso demais.

– Abre bem a boca. Abre mais. Se raspar o dente no Grossão eu te quebro a cara. Isso, resfolega pra ganhar pica. Viu como entrou? Agora mama, mama gostoso. Aaaah….

Lágrimas esguicham dos olhos verdes e pestanudos do bonitão, no esforço pra engolir o cabeção da minha pica. Ainda tem muito que aprender mas já tá no bom caminho. Daqui a pouco vai estar chupando dois caralhos de uma vez. Leva jeito.

Tento tirar o pau mas fica entalado na garganta do moço. Ele engasga, sufoca, fica todo roxo, grunhindo que nem porco. Finalmente, PLOP!, o Grossão salta pra fora pingando de desejo. Tá na hora da onça beber água.

– Vira e fica de quatro. Abre a bunda que eu quero ver esse cu, se é cabaço mesmo.

– É sim, eu nunca dei. Pode olhar. Tá vendo? Todas as preguinhas no lugar.

– Não sei não. Vou testar com a língua.

Mergulho entre as bochechas redondas daquele rabo musculoso e meto a língua no olhinho. De fato, as preguinhas se fecham em torno da língua invasora, e eu tenho que lhe dar um tapona na bunda para o anel relaxar e deixar a minha língua entrar mais fundo. Logo estou com um palmo de língua dentro e ele geme gostoso.

– Ui, faz cosquinha…

– Tá gostando, hein, putinho? Viu como teu cu tem fome de pica?

Saboreio os últimos momentos de virgindade daquele cu de macho de tão nobre estirpe, que o Grossão, qual vara de condão, vai transformar em buceta safada e faminta de pica. O jovem, já vencido, olha pra trás por entre as pernas, hipnotizado pela jibóia negra prestes a lhe arrombar o cu.

Encaixo o cabeção na entrada, ele respira fundo, faz o sinal da cruz e reza alto:

– Senhor, fazei com que eu agasalhe sem dor esse cacetão gigante… Minha nossa senhora, dai-me força pra aguentar esse caralho no meu cu…

Seguro firme nas ancas do moço e enfio o cabeção todo de uma vez, entro arrombando sem dó nem piedade. Ele guincha que nem leitão no matadouro, tadinho, não tem reza que alivie a dor de um cu estraçalhado.

– Ai, seu monstro, você tá me matando!

– Guenta firme, cara, relaxa e te entrega, não resiste não. Quanto mais tu desejar minha pica menos vai doer. Quer que tire um pouco?

– Não, não tira não! Já tá passando. Tá ficando bom. Até quase não dói. É um ardido quente, bem bom. Não sabia que dar o cu ia ser tão gostoso.

– Tá vendo, tu não acreditou. Eu te falei. Tu já nasceu querendo dar pro negão da pica grossa. Agora vem, rebola pro teu macho, mostra que tu é fêmea cachorrona.

– Ai Grossão, que caralho enorme você tem. Tá tudo dentro?

– Não tá nem metade. Guenta firme que vou meter tudo de uma vez.

– Ai que delícia! Meu deus, nunca me senti tão repleto de pica, meu cu tá mais estufado que peru de natal, mete tudo meu macho, enfia o Grossão nessa buceta que é tua.

E assim comi aquele cu, fodendo com vontade, deixando ele louco e viciado no Grossão. Gozamos juntos, plantei minha semente de macho africano no fundo daquela carne branca. E quando o Grossão pulou pra fora — PLOP! — ele pediu mais.

– Me come de novo, cabo Grossão, quero sentir mais porra jorrar no fundo do meu cu.

– Não vai dar não, bonitão, tenho que voltar para a ronda, quero pegar outros garotões. Mas vou ligar para um colega meu que vai quebrar o teu galho. Alô, CB? E aí sangue bom, tudo em cima? Escuta, eu tô aqui com um garotão bacana, louraço gostosão, acabei de tirar o cabaço dele mas o puto quer mais. Tu vem? Tamo no estacionamento da Lagoa, sabe, em frente ao Jóquei. Tô te esperando.

CB chega rapidinho com mais dois negões no jipão. O louro entra no carro e eles saem em disparada, mas ainda ouço o bacana gritar:

– Quero os três caralhos de uma vez!

E a noite está apenas começando…

Cabo Grossão 2

CABO GROSSÃO 2 - By Grossão

Depois de descabaçar o louraço, voltei à ronda. Vi um carro parado perto da entrada do Rebouças e fui checar. Um cara moreno, fortão, rato de academia, tava com a tampa do motor aberta, olhando. No banco da frente, a mulher com um bebê no colo.

– Boa noite, cabo. O carro parou de repente, não sei o que foi.

– Deve ser o platinado. Vou entrar embaixo do seu carro pra olhar.

– Puxa, obrigado, o senhor é muito legal.

Entrei embaixo do carro, já de pau duro, e falei pra ele assim:

– Amigo, faz um favor, pega a chave de boca que tá aqui no meu bolso.

Esse truque é velho, mas ele caiu. Enfiou a mão no bolso e ficou procurando. Enfiou mais fundo e achou o Grossão, bem duro e grosso, esperando por ele. O moreno falou baixinho:

– Nossa, cabo, que coisa enorme…

– É o Grossão. Quer brincar com ele?

– Quero, mas tô com a mulher e o neném no carro…

– Eu paro um taxi pra levar eles. Vamo lá.

Saí de baixo do carro e expliquei para a mulher a situação, o carro ia ter que ser rebocado, então eu ia parar um taxi pra levá-la pra casa com o filho, e depois deixava o marido dela.

– A senhora pode ficar tranquila, dona, que eu cuido bem do seu marido.

Se ela soubesse… Assim que ela se foi, entramos no banco de trás do carro dele. O moreno musculoso foi logo caindo de boca, abrindo minha braguilha pra chupar o Grossão. Eu baixei as calças dele e meti a língua no cuzinho, que não era virgem.

– Ai que cacete enorme! Que delícia!

Ele lambia, beijava e chupava que nem menino com o primeiro pirulito. Os lábios carnudos logo ficaram inchados de tanto mamar minha pica.

– Tu gosta mesmo de um negão da pica grossa, hein, cara?

– É, desde pequenino. Quer ouvir a minha história?

– Que jeito né? Conta aí que eu vou fazendo um boquete no teu cu. Mas não para de chupar não.

– Papai falou pra nunca falar de boca cheia…

– É mas neste caso eu deixo.

– Foi justamente por causa do papai. Ele tinha uma oficina mecânica perto lá de casa. Um dia eu saí do colégio e passei na oficina na hora do almoço. Tava tudo deserto. Mas eu ouvi uns gemidos. Lá no fundo da garagem vi um carro balançando, balançando… Achei aquilo estranho…

– Chupa porra! Conta tua história mas não para de mamar minha pica…

– Mmmm, que caffetão tão groffo, tão goftovo… Mmmm. Bom, aí eu fui pé ante pé e quando cheguei perto vi a cena: papai chupando o cacete de um negão que trabalhava pra ele como mecânico. Meu pai ffe deliffiava com aquela pica dura, negra, groffa e cheia de veiaff, que nem a tua, Groffão. Mmmm, que delíffia!

– Já sei. Aí tu esperou teu pai ir embora e também foi chupar a pica do negão.

– Não, infelizmente a hora do almoço já tava acabando e os outros mecânicos voltaram para a oficina. Papai e o negão saíram do carro, e eu fui ter com eles. Eu falei, oi pai, você já almoçou? E ele, sim filhinho, fiz uma refeição completa, estou saciado. E ainda deu um arroto fedendo a porra! Papai era muito groffo, no mau fentido. Groffo no bom fentido é effe teu caralho, Groffão, mmmmm, tô adorando mamar nele.

– Mas e aí, quando é que tu chupou o teu primeiro caralho?

– Todo dia eu paffava na offiffina na volta do colévio, mmmm, peraí, vou parar de chupar um pouco que entrou um pentelho na garganta. Argh! Pronto. Eu ia ver o papai chupar pica, e cada dia era um negão diferente. Descobri que ele mamava todos os mecânicos da oficina! Era insaciável. Aí um dia eu tô olhando, batendo uma punhetinha, quando alguém me agarra por trás. Era um doff negõeff que tinha voltado maiff ffedo do almoffo…

– Era um negão só?

– Não, eram doiff. Eles me levaram para um quartinho que tinha nos fundos do quintal e se trancaram comigo lá dentro. É o filho do patrão, o primeiro falou. Menininho safado, tava olhando o pai chupar pica e batendo punheta. Tu também gosta, né, safadinho? Nós vamo te fazer o serviço completo, dar uma recauchutagem geral na tua carroceria…

– E você?

– Eu tive medo, mas queria saber por é que o papai gostava tanto de um negão da pica grossa… Daí fiquei quietinho enquanto eles me barbarizavam. Vou arrombar teu capô, o primeiro disse, e meteu o pau na minha boquinha. Vou abrir teu cano de descarga, disse o outro, enfiando o cacete no meu cuzinho virgem. Achei que ia morrer de dor e não conseguia gritar por socorro, com aquele caralhão entalado na garganta.

Depois que eles gozaram e me encheram de porra pelos dois lados, ainda chamaram mais dois negões, e depois mais dois, e mais dois… No fim todos os negões da oficina do papai tinham gozado na minha boca e no meu cu. Fui pra casa todo melado de porra mas consegui entrar no chuveiro antes da mamãe ver. Tomei gosto por aquilo, e todo dia na hora do almoço eu ia lá pra ser almoçado pelos mecânicos no quartinho dos fundos. Papai nunca desconfiou. Maff ffabe duma coiva? Nenhum negão tinha um pinto tão pirocudo e cabeffudo quanto o ffeu, Groffão…

– Tu gosta né?

– Adoro. Agora chega de chupação, eu quero o teu cacete na minha bucetinha. Vem, monta, me come de franguinho assado, mete esse espetão no teu galetinho, mete.

O fortão ergueu as pernas hipermalhadas, as coxonas grossas, me oferecendo o cu molhado e aberto, beiçudo que nem buceta de égua. Pincelei-lhe os lábios da xota com o cabeção e fui metendo devagar, fazendo ele guinchar de prazer e dor. O bonitão nunca tinha sentido um caralho tão grosso penetrar no seu fiofó.

– Ai que caralho cabeçudo e grosso! É grande demais! Tá me arrombando todinho…

– Pô cara, quem te vê tão forte, tão macho, não imagina que tu tem uma buceta tão faminta por pica grossa…

– Quando eu era novo eu descobri que os negões gostam de comer cara macho, daí eu entrei pra academia, malhei e fiquei assim. Agora eu pego muito mais negão do que antes.

– Então deixa eu meter meu macaco no teu chassis, minha chave de roda no teu carburador, que eu vou arrombar teu cano de descarga e fundir o teu motor…

– Ai que macho tesudo, me come meu bem, me come todo, bate teu cacete lá no fundo, vem que meu cu tá coçando lá dentro, coça, meu homem, esfrega teu caralhão na minha xota que ela tá coçando muito.

– Tu é uma puta gulosa, hein, sempre querendo mais pica.

Foi aí que outro carro da PM parou do lado, com dois soldados negões a bordo.

– Oi cabo, tudo bem aí? Nossa, olha só, o cabo tá enrabando um cara fortão. E aí, boiolão, tá gostando do cacete do negão? Quer mais dois?

– Quero sim, será que vocês cabem aqui no banco de trás?

Os dois PMs entraram, já de pau pra fora, dois cacetões não tão grossos quando o Grossão mas bem grandes. Um foi logo metendo na boca do moreno musculoso e o outro se juntou a mim, do lado da bunda.

– E aí cabo, que tal uma dupla penetração? Aposto como o boiolão aí aguenta.

– Esteja em casa, eu disse. Pode meter que onde entra um entram dois.

O negão botou o cabeção entre as nádegas do moço, ali onde meu caralho estava enfiado até o talo, e meteu com força. O moreno não pôde gritar porque estava com uma outra pica entalada na goela, mas pelas lágrimas que brotaram dos seus olhos desesperados deu pra ver que doeu pra caralho. Mas o negão entrou, enfiando o cacetão ao longo do meu.

Sensação gostosa, foder um cu junto com outro macho, os dois caralhos se acomodando no túnel estreito, alargando aquela xota masculina para um calibre superior. Entramos num ritmo legal, ele tirando quando eu metia, eu metendo quando ele tirava.

O moreno gozou primeiro, esporrando todo o banco do carro, depois foi o soldado que fodia a boca do moço, e em seguida, enquanto o ânus apertado estremecia em volta dos nossos caralhos, gozamos juntos, eu e o soldado, num tsunami de porra dentro do cu do enrabado.

Deixei o moreno fortão com os dois negões para mais uma rodada de pica, e voltei para a minha ronda, que a noite ainda era uma criança.

4 Comentários

  1. marcio Diz:

    adorei

    gozei duas vezes sem querem so imaginando as senas,

    ta ai o meu mail pa quem quiser:
    thund3rs0ul@hotmail.com

  2. Gustavo Diz:

    Fiquei com o cu piscando.
    Bjs

  3. Soldado Apertadinho Diz:

    Hummm…

  4. Danilo Diz:

    Delicia de contos… pena que pela baixada santista esses PMs, Bombeiros e Afins não surgem com facilidade… rs

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