
Meu corpo treme…
um frio gostoso sobe pela espinha…
quero-te… agora…
neste minuto…
antes…e depois…
Quero tua mão buscando meu corpo…
teu cheiro…teu sabor…
teu corpo encostado ao meu…
quero tua boca se esfregando na minha
loucamente…sem pudor…
numa fúria sem limite…
Quero teu sexo dentro de mim…
penetrando-me…loucamente…
Quero ouvir…meu corpo gemer por ti…
Quero ouvir-te sussurrar..meu nome…
Vem…
faz-me…tua fêmea… teu amor….
Sacia minha loucura…meu desejo…
desvenda meus segredos…
deixa que meu gozo se misture no teu…
depois…
abraça-me…beija-me….acaricia-me.
mas…só depois…
Ouça a ordem de seu coração
Submeta sua mente à vida
E a vida submissa emoção
Ao me ouvir chamar seu nome
De um passo a frente
Se apresente voluntária
Para ser parceira de vida.

Clame aos elementos sua entrega
Avise aos animais sua paixão
Diga aos pássaros que espalhem as boas novas
Faça correr no mundo a noticia
Na garrafa que jogas ao mar escreva:
Era uma naufraga
Não sou mais
Era sem rumo
Não sou mais
Era vulnerável
Não sou mais
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Obrigada podolatra bh, por compartilhar este conteúdo conosco!

Namorar teus pés,
profundamente
e adorar teus pés
eternamente,
ternamente…
Com as mãos toca-los,
roça-los,
encostar nos meus
ficar juntinho,
sentir a pulsação
em teus pés…
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Bem, vou tentar relatar minha atração por pés femininos.
Desde os meus primeiros registros de memória, perto dos 2 ou 3 anos de idade, a figura do pé feminino sempre se fez presente nos meus pensamentos!

Lembro-me de ficar sob a mesa de jantar, ou escondido sob o sofá, brincando com os pezinhos das minhas primas e tias. Obviamente que, naquela época, tesão era algo desconhecido e ainda não vivido conscientemente. Mas a atração já era forte demais!
Vivia tentando chegar perto, arranjando pretextos bem infantis, fingindo não estar reparando nos pezinhos delas. Isso perdurou por muito tempo, até os 9 ou 10 anos de idade, quando sorrateiramente, passei a mudar de atitude. Eu já não chegava mais perto e nem tocava, pois sentia vergonha, mas a mente já era dissimulada (rsrsr): eu passei a “roubar emprestado” as meias e os sapatos que elas usavam.

Eu ficava de olho quando alguma das minhas primas ou tias chegavam em casa. Reparava bem nos sapatos e nas meias. Seguia cada uma delas pra ver onde deixariam os sapatos usados e, assim que elas se retiravam de perto, eu não exitava: dava logo um jeito de tomar posse, esconder e passar horas agarrado, abraçado ao objeto que teve contato com o pezinho… Cheirava sem parar, como forma de provar que o pé estivera ali dentro. Era a ponte que me ligava ao meu objeto de fetiche.
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Confiram……….. A Elegância da Última, E o Animalismo da Penúltima
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